O filme de Coringa segue gerando enorme polêmica nos EUA. Alguns críticos, que viram o longa em festivais, definiram que a obra pode apoiar a violência.

Esse fato criou um clima de preocupação entre alguns espectadores e até para as autoridades americanas. O exército dos EUA estaria até em alerta por causa do filme da DC.

O Io9 informa que o exército enviou comunicados aos cinemas do país com uma cartilha de como fugir de possíveis atendados.


“Corram se possível. Caso você fique preso, se esconda e fique em silêncio. Se um atirador te encontrar, lute de todas formas que você conseguir”, diz as instruções.

A atitude foi tomada após o FBI identificar mensagens de grupos extremistas identificados como incel. De acordo com o portal, trata-se de uma abreviação para “celibatários involuntários”, homens que não conseguem ter relações com mulheres.

Fóruns desses grupos na internet são marcados por mensagens preconceituosas e violentas.

Esse clima fez até mesmo que a Warner Bros divulgasse uma nota para imprensa. O estúdio lembra que o filme não tem como objetivo apoiar a violência.

Ao mesmo tempo, o filme não será exibido no cinema de Aurora, Colorado (EUA), quando um homem identificado como fã do Coringa fez um massacre na estreia de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, de 2012.

O filme do Coringa, da DC, tem Joaquin Phoenix como protagonista e ainda Zazie Beetz (Atlanta), Robert De Niro, Bill Camp (Operação Red Sparrow, A Grande Jogada), Frances Conroy (American Horror Story, Castle Rock), Brett Cullen (42, Narcos), Glenn Fleshler (Billions, Barry), Douglas Hodge (Operação Red Sparrow, Penny Dreadful), Marc Maron (Maron, GLOW), Josh Pais (Motherless Brooklyn, Going in Style), e Shea Whigham (O Primeiro Homem, Kong: A Ilha da Caveira).

Todd Phillips (Se Beber, Não Case!) dirige o filme e também assina o roteiro ao lado de Scott Silver (O Vencedor). A produção ainda conta com o astro Bradley Cooper.

Coringa estreia nos cinemas brasileiros em 3 de outubro.