Bloodshot tem uma variedade de poderes tradicionais dos super-heróis e, por isso, é quase invencível.

Ele é alimentado por nanobots que fluem através de sua corrente sanguínea que são capazes de curá-lo.

Esses nanobots têm a capacidade de reconstruir tecidos danificados, mas requerem muita energia para fazê-lo.


Se os níveis de energia não forem suficientes, eles começarão a superaquecer e, finalmente, não poderão curar Bloodshot.

Com tantos elementos de ficção científica e histórias em quadrinhos que o Bloodshot inclui, é fácil descartar a maior parte dessa tecnologia como ideias que estão muito além da nossa realidade.

No entanto, os nanobots podem se tornar parte do mundo real nos próximos dez anos. Os cientistas já criaram a tecnologia, e o teste das capacidades dos nanobots já começou de acordo com a IFL Science.

Na vida real

Os testes atuais estão centrados no uso de nanobots para eliminar células cancerígenas nos seres humanos, mas isso é apenas o começo do que eles podem ser capazes.

Embora o uso de nanobots para fins médicos ainda esteja em fase de testes, a possibilidade de que eles possam ser usados ​​para tratar pacientes com câncer é um dos muitos motivos pelos quais eles podem ser revolucionários.

Alguns pesquisadores acreditam que eles serão capazes de fornecer micro dosagens de medicamentos diretamente onde são mais necessárias.

Existe até alguma esperança de que eles possam ajudar a tratar uma variedade de outros problemas de saúde – é até possível que eles possam ser usados ​​para combater uma pandemia mundial como o coronavírus.

No entanto, ainda existe a expectativa de que a normalização dos nanobots no campo da medicina ainda demora mais de uma década para acontecer.

Estrelando Vin Diesel no papel principal, Bloodshot já está em exibição nos cinemas brasileiros.