A Disney e a Netflix são geralmente vistas como duas das marcas mais à prova de balas do setor, que não podem fazer nada de errado aos olhos de muitos fãs, mas ambas se viram apanhadas em uma tempestade de polêmicas recentes.

A Casa do Mickey está enfrentando uma reação generalizada às conexões de Mulan com uma região da China ligada a violações dos direitos humanos, enquanto o maior serviço de streaming do mundo está sendo criticado por lançar um filme que irritou muita gente.

Lindinhas é um filme aclamado pela crítica e premiado, dirigido por uma cineasta que pensou que teve uma grande sorte quando seu primeiro filme foi adquirido pela Netflix para ser distribuído para milhões de assinantes em todo o mundo, mas um pôster da equipe de marketing o fez se tornar um dos títulos mais comentados do ano por todos os motivos errados.


A internet imediatamente lançou petições e pediu aos assinantes que cancelassem a Netflix após indignação generalizada, com a opinião de que Lindinhas estava sexualizando crianças pequenas.

As coisas então tomaram um rumo ainda mais bizarro quando os defensores da teoria da conspiração “QAnon” entraram no movimento em uma tentativa de promover sua agenda.

Boicote da internet

Lindinhas pode estar se tornando um sucesso de visualizações, mas os pedidos para boicotar a Netflix não diminuíram nem um pouco.

“A pedofilia é um crime. A pornografia infantil é um crime. Pare de sexualizar menores e normalizar a pedofilia. Isso é nojento”, escreveu um internauta no Twitter a respeito de Lindinhas.

Outro comentou: “O que é isso? Elas têm literalmente 11 anos de idade. Como isso foi aprovado?”

“Estarei muito ocupado sem assistir isso logo depois de cancelar minha assinatura da Netflix”, disparou uma terceira pessoa.

No Brasil, Lindinhas já está disponível na Netflix. Você pode dar uma olhada nas reações mencionadas nesta matéria e algumas outras abaixo.