Blackpink na Netflix: Veja os detalhes que você não notou no documentário

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O Kpop é atualmente um dos gêneros musicais mais influentes e populares do mundo. O fenômeno da Coreia do Sul conquistou fãs em todos os continentes e fatura bilhões com inúmeras bandas e artistas. Aproveitando essa onda, a Netflix lançou um documentário sobre um dos maiores expoentes do gênero: o grupo Blackpink.

No mercado musical há vários anos, a banda feminina Blackpink é o tema principal de Light Up the Sky, um documentário que conta com entrevistas com as maiores celebridades do Kpop e integrantes do grupo, como Jisoo, Jennie, Rose e Lisa.

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Mesmo os fãs mais observadores podem não ter percebido alguns detalhes importantes do longa.

Confira abaixo alguns exemplos escolhidos pelo site Nicki Swift!

A escolha de Jennie 

Uma das melhores partes do documentário de Blackpink é o olhar diferenciado que o filme oferece sobre a infância de cada uma das integrantes.

Jennie, por exemplo, abriu o jogo sobre sua infância em Seul. Filha única de uma mãe solo, a artista se mudou para a Nova Zelândia aos 10 anos.

Depois de 5 anos no país, Jennie tomou a decisão mais importante de sua vida: participar da banda Blackpink.

A compositora

No documentário, todas as garotas demonstram admiração por Rosé. Para os fãs, não é uma surpresa o fato da cantora ser apaixonada por música, o que é confirmado por cenas da artista acordando mais cedo para ensaiar.

Light Up The Sky revela também que Rosé é bastante tímida, e carrega consigo uma pasta repleta de composições solo, que não podem ser vistas nem pelas outras integrantes do grupo.

A mais divertida 

No documentário, parte das integrantes do Blackpink falam sobre a vida antes da fama.

Lisa diz que foi contratada pela YG aos 12 ou 13 anos, em uma competição de dança na Tailândia. A adolescente se mudou para a Coreia do Sul e estudou em um “colégio interno” por 5 anos, junto com outras aspirantes a popstars.

O filme também identifica Lisa como a mais divertida entre as integrantes de Blackpink, sempre fazendo piadas e brincadeiras com as colegas. 

A ideia original

Light Up The Sky também revela que o grupo seria muito diferente, de acordo com a concepção do produtor Teddy Park. 

“No início eram nove garotas, eles estavam planejando a criação de um grupo bem maior. Então nós treinamos com muitas garotas no início da nossa trajetória”, contou Rosé.

O homem por trás do mito 

Em uma aparição surpresa no documentário Blackpink: Light Up The Sky, o produtor coreano Teddy Park falou sobre a indústria musical e os rótulos colocados muitas vezes de acordo apenas com as concepções ocidentais.

“Somos apenas coreanos produzindo música! Então isso significa que todas as músicas coreanas são K-pop? Eu nem entendo isso! É simplesmente pop coreano. A única diferença é a linguagem. Por que eles não fazem isso em todos os países? Afinal de contas, o que é K-pop?”, refletiu Park.

A aparição de Park no documentário é um raro presente para os fãs. Hoje ele é um dos principais produtores da YG, uma das maiores companhias da indústria de entretenimento da Coreia do Sul.

Blackpink: Light Up The Sky já está disponível na Netflix

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