O primeiro Matrix certamente envelheceu muito bem. Tanto em temática, quanto em visual, o filme permanece muito atual, mas há um problema em seu roteiro que sempre incomodou os fãs mais atentos. Felizmente, há uma explicação para tal. 

O furo em questão diz respeito a Cypher, que trai Neo, Morpheus, Trinity e os outros. Ele faz um acordo com o agente Smith para ser reinstaurado na Matrix de forma definitiva, visto que se arrependeu de descobrir a realidade. 

O grande problema disso é que ele consegue se reunir com Smith em segredo, sendo que para que cada pessoa possa entrar na Matrix é preciso que um operador, no mundo real, acesse os códigos desse grande programa e crie uma porta de entrada. 


Assim sendo, Cypher não seria capaz de entrar sozinho (e sair) sem ninguém ficar sabendo. As irmãs Wachowski, diretoras do filme, contudo, explicaram esse ponto.

Segundo Craig Elvy, do ScreenRant, as diretoras revelaram que uma cena do filme explica esse “furo”. No momento em questão, Neo surpreende Cypher, chegando perto dele pelas costas. Cypher, que estava trabalhando no computador, fecha o que estava fazendo rapidamente e chega a comentar que se assustou. 

As Wachowski confirmaram que Cypher estava trabalhando em um código automatizado para que pudesse entrar e sair sozinho da Matrix. Com isso, sua negociação com o agente Smith tornou-se possível. 

Matrix na Netflix

Na trilogia Matrix, Keanu Reeves interpretou Neo, o grande protagonista da trama.

O primeiro longa-metragem estreou em 1999. Foi um grande sucesso de bilheteria, além de ter sido aclamado pela crítica.

As sequências vieram em 2003, mas não tiveram o mesmo sucesso com crítica e público do longa original.

Keanu Reeves ainda retorna como Neo em Matrix 4, que está em produção no momento. Carrie-Anne Moss também voltará como Trinity, enquanto Laurence Fishburne não vai reprisar seu papel como Morpheus.

A trilogia original de Matrix está agora disponível na Netflix.

Matrix 4 chegará aos cinemas em dezembro de 2021. A direção é de Lana Wachowski, com roteiro de David Mitchell e Aleksander Hemon.