Kate Winslet se arrepende de cena de Titanic

Em entrevista dada em 2014, a atriz explicou que os fãs sempre pedem para que ela autografe fotos do esboço de Rose nua

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Lançado no fim dos anos 90, Titanic, de James Cameron, é um dos grandes clássicos do cinema.

O filme transformou Kate Winslet e Leonardo DiCaprio em grandes estrelas de Hollywood, além de ter tido uma arrecadação impressionante, sem falar em todos os prêmios conquistados. Consolidou Cameron como um dos maiores diretores de blockbusters de todos os tempos.

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Kate Winslet deve se orgulhar muito do longa-metragem, exceto por uma coisa.

Em uma entrevista dada ao Yahoo! em 2014, a atriz contou que, apesar de ter tido muitas cenas de nudez em filmes ao longo da carreira, apenas uma a incomoda. E é justamente a de Titanic.

Na época, a estrela afirmou que os fãs sempre chegam com fotos do esboço de Rose (sua personagem em Titanic) nua, pedindo para que ela deixe um autógrafo.

“Eu não assino nenhuma foto desse tipo. É muito desconfortável”, refletiu a atriz.

Kate Winslet continuou: “Por que você faria isso? As pessoas me pedem muito para autografar esse tipo de foto.”

Titanic superou recorde de filme massacrado

Por muitos anos, o blockbuster de Kevin Costner, Waterworld – O Segredo das Águas, de 1995, teve que suportar a reputação de um “fracasso”.

Embora seu alto conceito de uma futura Terra completamente coberta de água fosse altamente único, o filme em si foi detonado pela crítica da época e arrecadou apenas US$ 88 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos (via Box Office Mojo), um número bem abaixo das expectativas da Universal Studios.

Só depois que Waterworld – O Segredo das Águas ganhou uma segunda vida na TV e em DVD é que ele se tornou um marco do cinema dos anos 90 e um grande objeto de nostalgia.

Entre os muitos sinais de seu sucesso de retorno, você pode apontar para o jogo multiplataforma inspirado nele, ou a grande quantidade de mercadorias que gerou, ou a incrivelmente popular atração Waterworld: A Live Sea War Spectacular encontrada nos parques da Universal Studios ao redor do mundo.

Na verdade, hoje em dia, Waterworld – O Segredo das Águas é mais frequentemente lembrado como um longa-metragem da infância subestimado do que como um fiasco.

Os telespectadores mais jovens podem até estar inclinados a se perguntar o que sobre o filme poderia ter sido considerado tão catastrófico, quando na pior das hipóteses é apenas um filme de ação e aventura inofensivo e divertido com alguma construção de mundo interessante.

Há, de fato, um motivo pelo qual Waterworld – O Segredo das Águas foi transformado em um saco de pancadas de Hollywood por anos. Para entender seu fracasso, é preciso levar em consideração um determinado recorde que ele quebrou, que seria superado por Titanic dois anos depois.

Até 1995, nenhum filme havia sido confirmado como custando muito mais do que US$ 100 milhões para ser feito.

O maior orçamento de todos os tempos da época, para o filme de Arnold Schwarzenegger, True Lies, foi colocado em algo entre US$ 100 milhões (via Washington Post) e US$ 120 milhões (via Entertainment Weekly) por relatórios.

Portanto, o orçamento final de US$ 175 milhões de Waterworld – O Segredo das Águas não apenas quebrou o recorde: ele realmente o humilhou.

Na verdade, a ideia de investir tanto dinheiro em um filme era tão inédita na época que a Universal não concordou com ela.

De acordo com uma reportagem do Los Angeles Times de 1994, o filme recebeu o sinal verde com um orçamento de US$ 100 milhões, mas ninguém previu o quão difícil seria filmar tantas cenas de ação complexas em mar aberto e manter uma equipe de 500 pessoas em um cenário flutuante na costa do Havaí.

As histórias sobre Waterworld – O Segredo das Águas ultrapassando o orçamento e se tornando uma dor de cabeça para os executivos da Universal começaram a circular muito antes do filme terminar, e o calor nos bastidores tornou-se tão grande que o diretor Kevin Reynolds acabou saindo durante a pós-produção (via SFGATE).

Depois que a Times noticiou que o filme havia inflado para “um orçamento projetado de cerca de US$ 135 milhões e estava duas semanas atrasado”, seu orçamento cresceu ainda mais, terminando na soma de US$ 175 milhões agora listada pelo Box Office Mojo.

Waterworld – O Segredo das Águas chegou aos cinemas em julho de 1995 com um selo pré-carimbado de “grande desastre” e, com certeza, sua receita bruta mundial de US$ 264 milhões não foi suficiente para o estúdio ter sucesso, mesmo que o filme posteriormente tenha se tornado lucrativo em DVD (via Deadline).

O contraste com Titanic é gritante: embora o romance épico de James Cameron tenha quebrado o recorde de orçamento de Waterworld – O Segredo das Águas em US$ 200 milhões, ele também se tornou o filme de maior bilheteria de todos os tempos, título que manteve por mais de 12 anos (via Hollywood Reporter).

No Brasil, Waterworld – O Segredo das Águas está agora disponível na Netflix. Já Titanic faz parte do catálogo do Telecine Play.

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