Problema de Army of the Dead é grande dor de cabeça para Netflix

Espectadores da plataforma percebem pixels mortos no filme de Zack Snyder

Publicado em 27/5/2021
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Você já conferiu Army of the Dead: Invasão em Las Vegas? O filme de zumbis produzido por Zack Snyder e protagonizado por Dave Bautista tem tudo para se tornar um dos maiores sucessos da Netflix em 2021.

“Um grupo de mercenários organiza um grande assalto a um cassino de Las Vegas em meio a um apocalipse zumbi”, afirma a sinopse oficial do longa.

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Mesmo antes do lançamento, Army of the Dead garantiu a produção de uma sequência e de uma série derivada, ambientada nos primeiros dias do apocalipse zumbi.

No entanto, segundo o site CBR, um problema do novo filme pode representar também uma tendência preocupante para a Netflix; confira abaixo tudo sobre essa história!

Os pixels mortos de Army of the Dead

Segundo o site CBR, diversas cenas de Army of the Dead, o mais novo lançamento de Zack Snyder na Netflix, contam com pixels mortos.

E de acordo com uma análise recente, o problema pode não ser do filme em si, mas da Netflix no geral.

Mas afinal de contas, o que são pixels mortos? Primeiramente, é preciso entender o que é um “pixel vivo”.

Pixel é o menor elemento em um dispositivo de exibição (por exemplo, um monitor), ao qual é possível atribuir-se uma cor. De uma forma mais simples, um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que um conjunto de pixels com várias cores formam a imagem inteira.

Ou seja, um pixel morto é um pixel que simplesmente não acende, permanecendo desligado (preto) durante as transições de tela.

Muitos assinantes da Netflix perceberam que Army of the Dead: Invasão em Las Vegas parece estar repleto de pixels mortos, o que levou muitos internautas a acreditar que o problema era do filme de Zack Snyder.

No entanto, segundo uma análise do site Variety, a partir da consulta com um especialista em gráficos, a possibilidade de Snyder e sua equipe terem deixado passar uma grande quantidade de pixels mortos na pós-produção é “bastante improvável”.

“Se o autoprocessamento não estivesse disponível para uma câmera específica ou fosse desligado para manter a transição o mais ‘análoga’ possível, ainda assim os pixels mortos seriam preservados”, comentou o especialista.

Ou seja, tudo indica que o problema é da Netflix, já que essa não é a primeira vez que assinantes percebem pixels mortos em conteúdos da plataforma.

Vários espectadores tiveram o mesmo problema com o filme Resgate, de Chris Hemsworth e com o lançamento recente das séries Sombra e Ossos e O Legado de Júpiter – ambas repletas de efeitos especiais.

“Eu tenho notado pixels mortos em vários lançamentos recentes da Netflix. Sombra e Ossos é um exemplo. Eles aparecem em algumas cenas e desaparecem em outras”, comentou um assinante da plataforma.

A grande quantidade de pixels mortos em Army of the Dead também pode estar relacionada à maneira que o longa foi filmado.

Zack Snyder decidiu gravar o longa utilizando lentes Canon 50mm f/.0.95, conhecidas como “Lentes dos Sonhos”.

O foco mais preciso das lentes cria um visual etéreo, resultando em imagens que aparecem visualmente embaçadas ou até mesmo sujas.

A escolha estética de Snyder acabou servindo também a um propósito prático, já que Chris D’Elia acabou substituído digitalmente por Tig Notaro após ser acusado de pedofilia e assédio sexual.

Quer saber mais sobre a história polêmica dessa substituição? Clique aqui e confira!

Army of the Dead: Invasão em Las Vegas está disponível na Netflix.

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