Teoria mostra como Jurassic Park engana todo mundo desde sempre

Dinossauros do filme são pura enganação

Publicado em 2/6/2021
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Existem muitas inconsistências científicas em Jurassic Park, o que é evidente desde o primeiro filme. Sempre foi requisitado ao espectador certa suspensão de descrença. Uma teoria de fã explica esses problemas.

Um ponto de discussão da franquia gira em torno da aparência dos dinossauros. Eles não têm penas, como deveriam ter (segundo as descobertas mais recentes), e alguns são muito maiores do que deveriam ser na realidade.

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O filme chega a dizer que DNA de anfíbio foi usado para completar o código genético desses animais, mas uma teoria diz que nenhum DNA de dinossauro foi usado desde o começo. Tudo é uma mentira.

Basicamente, a teoria diz que os dinossauros que vemos em Jurassic Park e Jurassic World são misturas dos códigos genéticos de aves, répteis e anfíbios.

A história do DNA dos dinossauros terem sido tirados do âmbar é apenas para enganar o público do parque, fazendo eles acreditarem que estão vendo as criaturas como eram há milhões de anos.

Tendo em vista que a intenção do parque é lucrar, isso faz sentido. E explica porque os velociraptors são maiores do que eram na realidade, ou por que eles não têm penas e assim em diante.

Jurassic Park, suas continuações e Jurassic World podem ser assistidos na Netflix.

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