Documentário de Britney Spears é chamado de “inútil” e “desconfortável”

Críticos detonam a produção da Netflix sobre a curatela judicial da cantora

Publicado em 29/09/2021 07:30
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Britney vs Spears, o mais novo documentário sobre a luta da cantora contra a curatela abusiva comandada por seu pai, acaba de estrear na Netflix. O projeto já havia causado polêmica antes de estrear, e com seu lançamento oficial, acabou detonado pela crítica especializada. O jornal The Guardian, por exemplo, chama o filme de “inútil”, “desconfortável” e “desprezível”.

A Princesa do Pop vive sob a curatela do pai, Jamie Spears, desde 2008, após sua crise de saúde mental e surto psicológico, provocado em grande parte pelo assédio da imprensa a atuação incansável dos paparazzi.

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O documentário é um projeto da cineasta Erin Lee Carr, e demorou mais de 2 anos para ser produzido. O principal tema é a exigência jurídica da curatela, mas o documentário aborda também a suposta corrupção da família Spears.

Veja abaixo tudo que você precisa saber sobre a reação crítica e a polêmica do documentário de Britney Spears na Netflix.

As críticas ao documentário de Britney Spears na Netflix

O documentário Britney vs Spears estreou na Netflix em 28 de setembro. O dia 29 marca a data mais significativa da longa batalha judicial de Britney, e tem o potencial de acabar – de uma vez por todas – com o controle de sua família.

“Eu só quero a minha vida de volta. Não quero dever nada para essas pessoas”, afirma a cantora em sua súplica à Corte, que viralizou na internet em junho de 2021.

Com o lançamento oficial do filme, críticos detonaram a produção do documentário por seu caráter explorador, desnecessário e problemático.

Britney vs Spears, certamente, não foi produzido com os melhores interesses da popstar em mente. Esse filme perturbador oferece redenção para figuras controversas do passado de Britney. Nada sobre isso está certo”, afirma o jornal The Guardian no início de sua crítica.

Uma das partes mais criticadas do documentário envolve entrevistas com duas figuras polêmicas do passado de Britney: o paparazzo-tornado-namorado Adnan Ghalib e o empresário Sam Lufti.

“Como o documentário foca principalmente no início da curatela, sobra pouco tempo para abordar os eventos mais recentes, bem mais sérios que os memes popularizados na internet”, comenta a crítica do site.

Segundo a publicação, o principal problema do documentário é seu tom inconsistente. Ao invés de contar uma história sólida e responsável, os produtores do longa parecem ter se apressado demais para incluir o lançamento em um cronograma específico.

Como o caso de Britney Spears está sendo julgado atualmente, mudanças importantes podem acontecer todos os dias. Lançar um documentário completo em meio a uma das partes mais importantes do processo judicial não é exatamente uma boa estratégia.

Segundo a crítica do The Guardian, uma das únicas pessoas entrevistadas no documentário que parece realmente se importar com Britney Spears é Felicia Culotta, ex-assistente e amiga da cantora.

“Em várias partes, ela se fecha completamente para não discutir certos tópicos. Os espectadores sentem, talvez, que ela é uma das poucas pessoas envolvidas nessa história que realmente pensa nos melhores interesses de Britney”, comenta a publicação.

Britney vs Spears está disponível na Netflix; veja abaixo o trailer.

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