Big Little Lies | 6 motivos pelos quais a série se tornou a queridinha do Globo de Ouro 2018

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A divulgação das indicações ao Globo de Ouro 2018 nessa segunda (11) revelou que Big Little Lies havia se tornado a grande queridinha da premiação nesse ano, com seis lembranças no total – confira a lista completa.

Após uma noite de grandes vitórias no Emmy 2017, a minissérie provou que continua conquistando o público e os votantes das grandes premiações, mas por que será? Nós temos algumas teorias:

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1) O elenco: Dificilmente antes na história da TV americana reuniu-se um elenco com tamanha estrela dentro de Hollywood. Reese Witherspoon é a queridinha da América desde o começo dos anos 2000, Nicole Kidman é uma das grandes atrizes de sua geração, Shailene Woodley é um dos maiores nomes da nova leva de estrelas na terra do cinema, e como “sobra” a série ainda tem Zoë Kravitz, Laura Dern, Alexander Skarsgard e Adam Scott, todos astros e estrelas em seus próprios direitos.

2) Os temas: Big Little Lies poderia ser uma minissérie frívola com o seu retrato da vida privilegiada dessas mulheres ricas, mas foge inteligentemente dessa armadilha ao abordar temas importantes, como violência doméstica e abuso sexual, e ao mergulhar fundo na psique complicada de suas protagonistas. Se a história de Celeste não é uma das mais fundamentais contadas na TV atualmente, não sabemos qual é.

3) Amizade feminina: Reconhecer Big Little Lies como a grande obra de arte que é se torna mais fácil quando ela concede tanto poder à conexão entre suas protagonistas femininas. Amizade entre personagens mulheres na TV ainda é a exceção à regra, já que muitas narrativas caem em um estereótipo cansado e incorreto de que a rivalidade é o que pauta a relação entre elas. Big Little Lies nunca se deixa esbarrar nisso, mesmo retratando a vida endinheirada das mulheres de Monterey.

4) As crianças: Como se não bastasse um elenco de adultos que acerta em cheio cada uma das proposições complexas do roteiro, Big Little Lies ainda escala crianças que são tão marcantes quanto eles. Iain Armitage faz um trabalho incrível como o jovem e perturbado Ziggy, mas impossível não destacar Darby Camp na pele da inteligente e delicada Chloe, que frequentemente “rouba a cena” de seus pais, interpretados por Witherspoon e Scott.

5) O roteiro: David E. Kelley é um dos grandes roteiristas de TV da atualidade, e possivelmente da história. Após criar Ally McBeal, O Desafio, Picket Fences e, mais recentemente, Mr. Mercedes, o roteirista apostou na adaptação do excelente livro de Liane Moriarty, e saiu ganhando. Seus personagens são tão bem desenhados quanto sempre foram, seus diálogos afiadíssimos, e seu ritmo impecável – ainda bem que ele vai voltar para a segunda temporada!

6) A direção: O segundo ano de Big Little Lies terá Andrea Arnold (American Honey) no comando, e não Jean-Marc Vallée (Clube de Compras Dallas) – estamos ansiosos para ver a sensibilidade que Arnold trará para a série, mas que Vallée acertou em cheio com seu comando da primeira temporada, isso acertou. O visual polido do diretor caiu como uma luva para a ambientação, assim como sua proximidade visceral dos personagens em momentos mais emocionais da trama – aquele Emmy foi para lá de merecido.

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