O mundo é das mulheres: 10 séries em que elas tomam a frente

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A grande diversidade de produções que vemos na TV hoje em dia leva a uma consequência previsível: temos mais protagonistas mulheres, e desenvolvidas com mais força, do que no cinema.

O ano delas: 10 mulheres que fizeram história em 2017

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Por isso, separamos nessa lista 10 séries em que elas tomam a frente e mostram que podem ser estrelas de suas próprias histórias:

JESSICA JONES | A série de ação da Marvel/Netflix acompanha uma detetive particular com super poderes que enfrenta o vilão Kilgrave, capaz de controlar mentes com a sugestão verbal. É uma metáfora poderosa para o trauma do abuso sexual e o poder quase hipnótico e restritivo de um relacionamento abusivo. Comandada pela roteirista Melissa Rosenberg, é uma série potente e fundamental.

THE HANDMAID’S TALE | Impossível fazer essa lista sem citar a ficção distópica adaptada do livro de Margaret Atwood, no qual vemos a sociedade teocrática de Gilead, na qual mulheres férteis são renegadas ao papel de reprodutoras e estupradas rotineiramente por seus “donos”. Elisabeth Moss entrega uma performance angustiante na pele de June/Offred, uma dessas mulheres (chamadas Aias), nessa jornada intensa que venceu o Emmy de Melhor Série Dramática.

BIG LITTLE LIES | Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Zoë Kravitz, Shailene Woodley, Laura Dern. Se esse quinteto de mulheres incríveis não é o bastante para te convencer a assistir Big Little Lies, não sabemos o que pode ser. A trama acompanha essas cinco mulheres na comunidade de classe alta de Monterey, onde um assassinato misterioso aconteceu – a série discute relacionamentos abusivos, infidelidade, estupro, e muito mais.

THE FALL | Stella Gibson é uma das grandes heroínas feministas da TV recente. Não a toa, é Gillian Anderson que a interpreta – o rosto de outro ícone feminista da TV, Dana Scully (Arquivo X) arrasa na interpretação dessa fria e eficiente detetive buscando prender um assassino de mulheres que atende pelo nome de Paul (Jamie Dornan). Por três temporadas, The Fall nunca entrega os pontos e sempre fica do lado de Stella.

GLOW | A Netflix bancou esse retorno aos anos 1980 que explora uma liga de luta livre feminina pelos olhos das mulheres contratadas como atletas (ou atrizes, dependendo de como você vê a coisa) – Alison Brie e Betty Gilpin brilham nos papéis centrais, mas todo o elenco coadjuvante adiciona cor e complexidade a um conto delicioso e importante, que aborda questões delicadas com habilidade.

AS TELEFONISTAS| Essa produção espanhola acompanha mulheres que trabalhavam para a maior companhia de telefonistas de seu país nos anos 1920. Apesar do tom meio novelesco, com tramas românticas cheias de reviravolta, As Telefonistas aposta na diversidade sexual ao mostrar mulheres lésbicas, bissexuais e até (a série dá a entender no final da 1ª temporada) homens transgênero.

MARY KILLS PEOPLE | Essa subestimada série canadense estrelada por Caroline Dhavernas constrói uma protagonista feminina forte e decidida, que tem uma atividade polêmica: Indo contra a lei do seu país, Mary ajuda pacientes que escolhem pelo suicídio assistido quando confrontados com doenças terminais. A história da protagonista ainda envolve suas duas filhas, completando um trio sólido de personagens femininas à frente da série.

ONE DAY AT A TIME | A sitcom da Netflix mostra uma família cubana dominada por mulheres: a mãe, Penelope (Justina Machado), é uma veterana de guerra durona; a avó, Lydia (a lendária Rita Moreno), é uma imigrante cheia de histórias para contar; a filha mais velha, Elena (Isabella Gomez), tem a coragem de se assumir lésbica para a mãe na metade da primeira temporada. Com muito humor e (melhor ainda) coração, a série é encantadora.

ORPHAN BLACK |Impossível formular essa lista também sem a ficção científica estrelada por cinco temporadas por Tatiana Maslany, na qual a atriz encarnava todo um grupo de clones – diversa, inteligente e perfeita em seu retrato da vida ditada socialmente dessas mulheres, Orphan Black ainda entregou uma série de coadjuvantes femininas de peso para fazer par com Maslany.

BOMB GIRLS | Eis um lado da Segunda Guerra que nunca vimos antes: O trabalho das mulheres que formavam o corpo de funcionárias das máquinas de munição, provendo-as para os exércitos que derrotaram os nazistas. Meg Tilly, Jodi Balfour e companhia criam mulheres excepcionais para fazer par com suas histórias igualmente incríveis.

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