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10 blockbusters que devem afundar nas bilheterias em 2018

Publicado por Caio Coletti

02/01/2018 17:00

Se a tendência de 2017 continuar, Hollywood pode esperar alguns enormes naufrágios de bilheteria nos próximos 12 meses – e naufrágios nos quais muito, muito dinheiro foi investido!

Os 10 prováveis campeões de bilheteria de 2018

Abaixo, separamos alguns filmes de grande porte que, se pudéssemos apostar, apostaríamos que se tornarão fracassos gigantescos.

Confira:

Maze Runner: A Cura Mortal

MAZE RUNNER: A CURA MORTAL (25/01) | Lançado apenas um ano depois do primeiro capítulo, o segundo filme da saga Maze Runner já arrecadou alguns milhões a menor do que o original. Chegando três longos anos depois do segundo, A Cura Mortal deve fechar a trilogia com a pior bilheteria da franquia – apostamos em algo em torno dos US$ 200 milhões, dependendo do tamanho do massacre crítico.

50 Tons de Liberdade

CINQUENTA TONS DE LIBERDADE (09/02) | Cinquenta Tons Mais Escuros, lançado nesse ano de 2017, já surpreendeu pela arrecadação US$ 200 milhões abaixo da do primeiro filme da saga. Cinquenta Tons de Liberdade promete finalizar a trama, e não apostamos em mais gente aparecendo nos cinemas dessa vez – apostamos em algo na vizinhança dos US$ 300 milhões.

Jennifer Lawrence em Red Sparrow

OPERAÇÃO RED SPARROW (01/03) | A Fox brincou em serviço com esse thriller de espionagem, que não tem sido bem promovido pela estrela Jennifer Lawrence, um dos nomes mais bancáveis de Hollywood hoje em dia. A falta de divulgação pode fazer com que esse seja o raro fracasso na carreira dela – talvez algo em torno de US$ 150 milhões.

Círculo de Fogo: A Revolta

CÍRCULO DE FOGO: A REVOLTA (22/03) | Feito por quase US$ 200 milhões e arrecadando menos de US$ 400 milhões nas bilheterias, o primeiro Círculo de Fogo tinha nomes como Idris Elba e Charlie Hunnam para se apoiar, além da “grife” do diretor Guillermo Del Toro. Esse segundo, que chegará aos cinemas quatro anos depois, não tem essa vantagem – não nos surpreenderia se não passasse dos US$ 200 milhões.

Reese Witherspoon em Uma Dobra no Tempo

UMA DOBRA NO TEMPO (29/03) | A Disney apostou alto nessa adaptação do clássico infantil de Madeleine L’Engle, dando mais de US$ 100 milhões para Ava DuVernay gastar com sua fantasia. O livro, no entanto, não é uma marca reconhecível, então a aposta é arriscada – esperamos sinceramente que o filme decole, mas pode ser que ele não passe de uns US$ 300 milhões básicos.

Alita: Anjo de Combate.

ALITA: ANJO DE COMBATE (19/07) | O diretor Robert Rodriguez conseguiu a oportunidade rara de transformar um de seus filmes de nicho em um grande blockbuster escrito e produzido por James Cameron. Essas apostas de Rodriguez podem dar certo (vide Pequenos Espiões, Sin City) ou muito, muito errado (Grindhouse, Sin City 2). Não achamos, sinceramente, que Alita ultrapasse os US$ 300 milhões.

Predador

O PREDADOR (02/08) | É curioso pensar nisso, mas a franquia Predador nunca foi particularmente lucrativa. Os dois filmes originais arrecadaram menos de US$ 100 milhões, e a primeira tentativa de reboot em 2010 alcançou os US$ 127 milhões. Não temos nenhuma evidência para achar que essa nova tentativa vai ser diferente – logo, apostamos em US$ 100 milhões.

ROBIN HOOD (21/09) | O diretor Otto Bathurst foi o escolhido para tentar pela enésima vez criar uma versão verdadeiramente lucrativa da lenda de Robin Hood para o século XXI. Se nem Ridley Scott conseguiu em 2010, quando seu Robin Hood lucrou apenas US$ 321 milhões (com um orçamento de US$ 200 milhões). Apostamos que essa nova versão, apoiada por Taron Egerton, Jamie Foxx e Jamie Dornan, pode chegar aos US$ 350 milhões.

Claire Foy

A GAROTA NA TEIA DE ARANHA (19/10) | O filme de David Fincher lançado em 2011 faturou US$ 232 milhões mundialmente, mas essa continuação tardia virá com novos atores (sem Daniel Craig nem Rooney Mara), e sem Fincher no comando. Não achamos que a arrecadação vai passar muito dos US$ 100 milhões.

Mogli na versão de 2016, da Disney

MOWGLI (18/10) | A Disney “acabou” de lançar (em 2016) uma versão extremamente bem sucedida do clássico de Rudyard Kipling em animação CGI, e o envolvimento de Andy Serkis e da tecnologia de captura de performance nesse novo longa não será o bastante para chamar o público para o que eles acharão ser uma “sessão repetida”. Não aposte em bilheteria maior que US$ 400 milhões.

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