10 personagens de séries que deveríamos amar, mas odiamos

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Nem sempre a intenção dos roteiristas se traduz bem para a realidade percebida pelos espectadores – e isso inclui o controle de quais personagens serão amados ou odiados pelo público.

10 séries que deveriam ter acabado após uma temporada

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Nessa lista, reunimos algumas criações que foram colocadas em séries famosas claramente para se tornarem favoritas dos fãs, mas o tiro saiu pela culatra – confira:

JERRY (The Walking Dead) | Talvez esse não seja um caso tão extremo de ódio, mas apenas de indiferença. Com seu machado poderoso, o protetor do Reino não marcou a série o bastante para que nos importássemos com ele nos últimos capítulos exibidos da 8ª temporada, em que ficou como prisioneiro. Mais uma vez, The Walking Dead que nos afeiçoemos a alguém que mal conhecemos.

NARDOLE (Doctor Who) | Após sua primeira aparição em “The Husbands of River Song”, o personagem de Matt Lucas não agradou aos fãs de Doctor Who. Mas o showrunner Steven Moffatt insistiu em Nardole como um companheiro de viagens do Doutor, e aos poucos os espectadores aprenderam a tolerá-lo – embora ele nunca tenha se tornado um favorito.

JACK (Lost) | O personagem de Matthew Fox era o buraco negro de falta de carisma no centro de uma série com coadjuvantes muito bem construídos. J.J. Abrams e companhia quiseram criar um apoio forte e “convencional” para a sua história louca de ficção científica e mistério esotérico, mas tudo o que conseguiram foi fazer todo mundo dormir nos episódios focados nele.

Patrick Dempsey como o Dr. Shepherd em Grey’s Anatomy

DEREK SHEPHERD (Grey’s Anatomy) | É claro que nós deveríamos amar o Dr. Shepherd, especialmente devido ao impacto emocional que sua morte causa em Meredith Grey, a protagonista de Grey’s Anatomy. No entanto, a showrunner Shonda Rhimes construiu um personagem rude e com subtons machistas, que efetivamente impedia Meredith de alcançar seu potencial. Sinceramente? Já foi tarde!

RACHEL (Glee) | Nós amamos Lea Michele tanto quanto qualquer outro fã de Glee, e é inegável que ela é a melhor cantora do elenco, mas mesmo assim… Rachel Berry era simplesmente impossível de se gostar. De seu tempo como “uma ingenue com um sonho” até sua transformação em “estrela egoísta louca por atenção”, Rachel nunca atingiu uma nota de simpatia com o público.

TED (How I Met Your Mother) | Tendo em vista que toda a série é sobre a busca de Ted pela “mulher de seus sonhos”, é bizarro o quanto ele acaba se tornando a parte menos interessante da trama inteira. Imagine o quanto How I Met Your Mother seria mais bacana se nosso protagonista fosse Marshall, ou mesmo Barney! Eles sem dúvida são mais lembrados hoje em dia do que o ostensivo astro da história.

As três Serpentes de Areia

SERPENTES DE AREIA (Game of Thrones) | O trio de guerreiras de Dorne tem uma personalidade explosiva e uma trama relevante nos livros de George R.R. Martin, mas o atrevimento dessas moças poderosas ficou perdido em uma série de cenas entediantes na série da HBO. É uma pena, mas as Serpentes de Areia definitivamente não conseguiram arquivar o status de “favoritas dos fãs”.

New Girl

JESS (New Girl) | O estilo meio “ingênuo” e neurótico da personagem de Zooey Deschanel começou a cansar após algumas temporadas, e os pontos altos da série passaram a ser todos os personagens ao redor dela, que acabaram com as cenas mais engraçadas e as tramas mais interessantes nas mãos. Não à toa, é difícil gostar de Jess hoje, sete temporadas depois.

CRAIG (Parks & Recreation) | Todo mundo ama Billy Eichner hoje em dia, já que ele conseguiu canalizar seu estilo “gritado” de comédia em um ótimo programa de variedades (Billy on the Streets), mas na época de Parks & Recreation seu personagem, Craig, simplesmente não casava com o estilo da série, e era francamente irritante.

SHADOW MOON (American Gods) | A adaptação de Neil Gaiman comandada pelos showrunners Bryan Fuller e Michael Green é quase perfeita- quase porque, em seu centro, vemos um personagem com o apelo emocional de uma pedra. Shadow não só é um personagem indiferente, como é mal interpretado e se coloca no caminho de histórias mais bacanas.

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