Não é muito normal um dos protagonistas deixar a série na metade, certo? Bom, para toda regra há uma exceção – seja por decisões criativas ousadas ou por negociações de contrato complicadas, essas séries abaixo mudaram tudo quando perderam um personagem importante.

Demorou! 10 personagens cujas mortes melhoraram suas séries

Confira:


HOMELAND | Damien Lewis e seu Brody eram o coração de Homeland durante as duas primeiras temporadas da série, mas após aparições esporádicas na terceira, os roteiristas tomaram a sábia decisão de matá-lo. Assim, a série evoluiu de uma investigação terrorista única para um thriller de espionagem global focado em Carrie (Claire Danes), que se tornou uma das protagonistas mais incríveis da TV.

TWO AND A HALF MEN | Aposto que você esperava ver Two and a Half Men por aqui, mas com a saída de Charlie Sheen ao invés da de Angus T. Jones – acontece que, quando Charlie saiu, a série não mudou tanto, especialmente com a chegada de Ashton Kutcher para “reequilibrar” a dinâmica dos dois homens e meio do título. No entanto, quando Jones deu o fora, a série parecia estar buscando por um novo formato, que nunca exatamente colou.

THE VAMPIRE DIARIES | É claro que a chocante saída de Elena (Nina Dobrev) ia entrar nessa lista. Enquanto The Vampire Diaries sempre se baseou no triângulo romântico entre ela, Damon e Stefan, a saída da personagem transformou a série em um “bicho” completamente diferente, explorando caminhos alternativos para encontrar sua nova história – com graus de sucesso variáveis.

ARQUIVO X | Embora David Duchovny tenha retornado ao papel do Agente Fox Mulder no revival de Arquivo X, o ator já havia abandonado o personagem antes! Ele apareceu apenas em metade da oitava temporada original, e depois sumiu completamente até o finale da nona, que marcaria o último episódio da série até o retorno em 2016. Com a saída do protagonista, Arquivo X relegou Scully (Gillian Anderson) para o papel de coadjuvante e introduziu dois novos agentes secretos: Doggett (Robert Patrick) e Reyes (Annabeth Gish).

HEROES | Quando foi anunciado que Heroes voltaria à TV cinco anos depois de seu cancelamento original, o frenesi começou para saber quem do elenco original faria uma participação – embora Heroes Reborn tenha introduzido uma série de novos protagonistas, Jack Coleman (Noah), Sendhil Ramamurthy (Mohinder), Masi Oka (Hiro) e vários outros foram vistos na continuação. Entre os sumidos, Milo Ventimiglia (Peter), Hayden Panettiere (Claire) e Adrian Pasdar (Nathan), entre muitos outros.

ONCE UPON A TIME | Há quem diga (com alguma razão), que tentar fazer uma sétima temporada de Once Upon a Time sem diversos dos protagonistas da série foi “chutar cachorro morto”. O cancelamento oficial da série, anunciado recentemente, mostra que a mudança radical operada pelos criadores Edward Kitsis e Adam Horowitz não funcionou muito bem – e que personagens como Emma Swan (Jennifer Morrison), mesmo que “sonsos”, fazem falta para ancorar uma série.

STRIKE BACK | O ator Richard Armitage se viu com um problema de “excesso de sucesso” nas mãos quando Strike Back, originalmente planejada como minissérie, foi renovada pela emissora britânica original (Sky1) e apoiada por uma americana (Cinemax). Acontece que ele estava comprometido com os filmes da trilogia O Hobbit, então deixou Strike Back para trás – a série mudou tudo, contratando dois novos protagonistas (Philip Winchester e Sullivan Stapleton).

PERSON OF INTEREST | Essa série criminalmente subestimada da CBS, criada por ninguém menos que Jonathan Nolan (Interestelar, Westworld), se divide em duas “metades” bem claras no decorrer de suas cinco temporadas. Por dois anos e meio, Person of Interest foi um thriller policial com vários “casos da semana” e uma premissa inovadora; depois da morte de Carter (Taraji P. Henson), se tornou uma ficção científica mais franca e com tramas mais expansivas, que se estendiam para além de apenas um episódio.

THE MARY TYLER MOORE SHOW | Um dos sucessos mais espetaculares da TV durante os anos 1970, o The Mary Tyler Moore Show rendeu diversos spin-offs, o que significou que algumas das coadjuvantes mais marcantes deixaram a série em sua metade. Entre elas, Rhoda e Phyllis, que foram estrelar suas próprias séries e fizeram a trama principal se revolucionar com a entrada de um elenco mais encorpado.

REIGN | As cartas estavam marcadas para o Rei Francis de Toby Regbo em Reign desde o começo – afinal, essa é a história real de Maria da Escócia, a rainha que se casou com o rei da França, só para se tornar viúva pouco depois. Reign demorou quase 3 temporadas pra chegar lá, mas a morte de Francis veio, e a série se transformou em uma aventura totalmente diferente depois dela.