Maria Madalena | 10 ótimos épicos bíblicos para ver depois do filme

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Rooney Mara encarna Maria Madalena no mais novo épico bíblico de Hollywood, que ganha o nome da infame prostituta da Bíblia e tenta “reabilitar” sua fama através de um filme polido e tocante. A estreia acontece no Brasil nessa quinta (15).

Crítica | Maria Madalena

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Ao longo das décadas, Hollywood ofereceu diversos épicos bíblicos, dos mais revisionais aos mais fiéis, e nos esforçamos aqui para selecionar os melhores. Confira:

JESUS CRISTO SUPESTAR (1973) | Começando a lista com um filme que é figurinha carimbada na lista dos longas “hereges”, Jesus Cristo Superstar é a adaptação cinematográfica da ópera rock de Andrew Lloyd Weber e Tim Rice. Inteiramente cantado, o filme reconta a história bíblica de Jesus Cristo com algumas modificações anacrônicas, passeando pela época da contracultura hippie.

A PAIXÃO DE CRISTO (2004) | Se o seu negócio é mais tradicional, indicamos A Paixão de Cristo, de Mel Gibson – mas só se você também tiver um estômago forte. O diretor e roteirista não poupou a violência e os detalhes mais polêmicos da história bíblica, e o resultado foi um filme que é visto e discutido até hoje – além de três indicações técnicas ao Oscar.

NOÉ (2014) | Embora tenha muitas modificações em relação à história bíblica, o Noé de Darren Aronofsky não ofende muito a sensibilidade cristã com suas mudanças, ao invés disso contestando sutilmente a moral e a urgência da história do homem que construiu a arca para escapar da destruição da humanidade. Excelentes performances de Russell Crowe e Jennifer Connelly completam um pacote que vale a pena.

A MAIOR HISTÓRIA DE TODOS OS TEMPOS (1965) | Oficialmente dirigido por George Stevens, esse épico de 3h45 minutos na verdade foi comandado por dois outros cineastas (David Lean e Jean Negulesco) que não foram creditados. O lendário Max Von Sydow é Jesus nessa recontagem completa da vida do salvador como descrita na Bíblia.

OS DEZ MANDAMENTOS (1956) | O megalomaníaco produtor e diretor Cecil B. DeMille fez muitos épicos bíblicos, mas nenhum atingiu o sucesso e o status de lenda de Os Dez Mandamentos, com a performance icônica de Charlton Heston como Moisés no centro de um épico de 3h40 que conta a história do livro do Êxodo, da Bíblia.

A ÚLTIMA TENTAÇÃO DE CRISTO (1988) |Embora não seja tecnicamente baseada nos evangelhos da Bíblia, essa versão da história de Jesus Cristo dirigida por ninguém menos que Martin Scorsese mostrou que humanizar o salvador não é uma má ideia. Os católicos se revoltaram, é claro, mas o público abraçou o épico de 2h44 de Scorsese, com Willem Dafoe no papel título.

O PRÍNCIPE DO EGITO (1998) | O primeiro filme animado produzido pela Dreamworks é lindo plasticamente e conta com fidelidade a história do Livro do Êxodo, abordando o momento em que um jovem Moisés descobre sua herança judaica e lidera seu povo em uma revolta contra os egípcios. Val Kilmer dá voz ao personagem.

A BÍBLIA (1966) | Em meio a tantas adaptações das vidas de Jesus Cristo e de Moisés, A Bíblia, do mestre John Huston, adapta a primeira parte do livro do Gênesis. Isso mesmo, o filme de 2h54 cobre as histórias de Adão e Eva, Noé e até Abraão. Com atores como Richard Harris (o futuro Dumbledore, que aqui interpreta Caim) e o próprio Huston (como Noé), o longa é um épico que merece ser visto.

JESUS – A HISTÓRIA DO NASCIMENTO (2006) | Pouco antes de comandar Crepúsculo (2008), a diretora Catherine Hardwicke chamou Keisha Castle-Hughes (antes de Game of Thrones) e Oscar Isaac (antes de Star Wars) para viver Maria e José em uma versão aprovada pelo Vaticano da história do casal que deu luz a Jesus Cristo. Curiosidade: Castle-Hughes, que tinha 16 anos na época das filmagens, ficou grávida ao mesmo tempo que filmava a história!

O REI DOS REIS (1961) |Diretor de clássicos subversivos como Juventude Transviada (1955), o mega talentoso Nicholas Ray escalou Jeffrey Hunter (Rastros de Ódio) como um Jesus Cristo com cara de ídolo das matinês nesse épico de 2h48 que conta a história do filho de Deus de seu nascimento à crucificação e ressurreição. O resultado foi, surpreendentemente, nada polêmico – mas muito elogiado.

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