Chega à Netflix neste dia 1º de setembro o drama de época Carol, dirigido pelo visionário cineasta americano Todd Haynes (Não Estou Lá) e estrelado pelas talentosas Cate Blanchett e Rooney Mara.

As duas atrizes vivem um romance proibido no filme, passado nos anos 50 e adaptado de um livro de Patricia Highsmith (O Talentoso Ripley).

Me Chame Pelo Seu Nome e os filmes gays mais quentes do cinema


Aproveitando o tema, fizemos uma seleção com os melhores filmes lésbicos da história do cinema. Confira:

CAROL (2015)

O diretor Todd Haynes (Não Estou Lá, Velvet Goldmine) adaptou o clássico livro de Patricia Highsmith com ajudas valiosas da roteirista Phyllis Nagy e das atrizes Cate Blanchett e Rooney Mara, e o resultado foi um dos grandes filmes de 2015, e um dos romances lésbicos mais épicos da história do cinema.

LIGADAS PELO DESEJO (1996)

Antes de dirigirem Matrix, Speed Racer ou Sense8, as Wachowski estrearam com esse thriller romântico em que Jennifer Tilly e Gina Gershon se apaixonam e tramam para roubar alguns milhões do namorado criminoso de uma delas. A linguagem única das Wachowski, assim como sua sexualidade à flor da pele, já predominam aqui.

BEIJANDO JESSICA STEIN (2001)

Jennifer Westfeldt estrelou e coescreveu essa comédia romântica que subverte as expectativas ao mostrar a personagem título, que até então se considerava heterossexual, caindo de amores por Judy Stein (Tovah Feldshuh). Beijando Jessica Stein se tornou um clássico cult para os admiradores de filmes LGBQ+, e não é por menos.

PARIAH (2011)

Antes de dirigir Mudbound para a Netflix, Dee Rees comandou e escreveu o largamente autobiográfico Pariah, em que acompanhamos uma jovem negra da periferia americana que se descobre lésbica. Na pele da jovem Alike, Adepero Oduye é mais uma revelação negra que Hollywood se recusou a explorar por todo o seu potencial dramático.

LIVRANDO A CARA (2004)

A diretora/roteirista Alice Wu não conseguiu financiar outro filme depois da estreia com Livrando a Cara, um raro filme que explora a vida de mulheres lésbicas asiáticas. É uma pena, porque aqui ela demonstra um toque leve e habilidoso, trazendo o conflito entre filha LGBTQ+ e mais conservadora para a frente da história.

AMIGAS DE COLÉGIO (1998)

Essa pérola sueco/dinamarquesa aborda a vida de mulheres lésbicas em cidades do interior onde a aparência é tudo. Elin (Alexandra Dahlström) é a garota popular que esconde sua sexualidade, enquanto Agnes (Rebecka Liljeberg) é a jovem pária que está apaixonada por ela.

HIGH ART: RETRATOS SUBLIMES (1998)

Você só conhece Ally Sheedy como a Ally de Clube dos Cinco, e Radha Mitchell como a moça de Terror em Silent Hill? Bom, está na hora de checar as duas grandes performances que elas entregam em High Art, o filme sobre a relação entre uma fotógrafa e uma jornalista que deu início à carreira de Lisa Cholodenko (Minhas Mães e Meu Pai).

LOVESONG (2016)

Essa preciosidade traz performances estupendas de Riley Keough e Jena Malone como amigas de longa data que se reencontram e se veem impossivelmente atraídas uma pela outra. O problema é que uma delas está para se casar, e Lovesong cria uma belíssima melancolia dos sentimentos expressados, mas inalcançáveis, dessas duas mulheres.

AZUL É A COR MAIS QUENTE (2013)

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, este drama francês gira em torno de Adèle (Adèle Exarchopoulos), uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma (Léa Seydoux), sua primeira paixão por outra mulher. Mas ela trava uma guerra com a própria família para viver este amor proibido.