As 10 maiores controvérsias da história da Marvel

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Apesar de todos os erros e má publicidade, a Marvel prosperou ao longo dos anos, usando os próprios quadrinhos como um meio para se tornar um dos estúdios de cinema mais bem sucedidos do mundo e transformando super-heróis em símbolos da cultura popular.

Em suma, foi surpreendente que a Marvel Comics tenha crescido tanto apesar dos vários erros do seu passado. Aqui, te contamos as dez maiores polêmicas da história da Marvel, que quase destruíram a editora.

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Briga com criadores

Exigindo um pagamento mais digno, muitos criadores de histórias em quadrinhos famosos processaram a Marvel ao longo dos anos.

Steve Gerber (Howard, o Pato), Gary Friedrich (Motoqueiro Fantasma), Marv Wolfman (Blade), Chris Claremont (X-Men) e até mesmo Stan Lee são alguns dos exemplos mais notórios. Porém, no tribunal, quase sempre a Marvel ganhava.

Jack Kirby

Na Marvel Comics, uma das maiores polêmicas giraram em torno do tratamento que tiveram com Jack Kirby. As batalhas entre Kirby e Marvel duraram até uma década depois de sua morte, em 1994, quando sua família lutou pelos direitos de suas ilustrações.

A Marvel finalmente chegou a um acordo com a família de Kirby anos após sua morte, mas muitos fãs consideraram que era tarde demais. O amado Kirby uma vez disse que “os quadrinhos podem quebrar seu coração”.

A Saga do Clone

Em 1994, a Marvel queria fazer algo grandioso com o Homem-Aranha após o enredo da Era do Apocalipse ter sido bem sucedido. Como resultado, retirou do porão uma velha história de 1975, em que Jackal criou um clone do Homem-Aranha e articulou um enredo monstruoso de dois anos.

Os fãs mais tarde descobriram que o Homem-Aranha que acompanharam por anos era o verdadeiro clone. Com centenas de histórias em quadrinhos contando essa história confusa e polêmica, a Marvel quase destruiu seu mais amado super-herói.

Heróis Renascem

A ideia por trás de Heróis Renascem era boa, uma vez que a Marvel queria trazer seus super-heróis para os dias modernos e reiniciar alguns conceitos para tornar os heróis clássicos mais contemporâneos.

No entanto, as mudanças feitas nos super-heróis foram controversas e a Marvel decidiu acabar com a série antes do esperado. E antes que nos esqueçamos: as artes de Rob Liefeld eram vergonhosas.

Falência

A indústria de quadrinhos inteira estava mal das pernas no final dos anos 90, e a Marvel teve que declarar falência em 1996. A DC não sofria tanto porque havia sido adquirida pela Warner Bros., mas a Marvel era auto-suficiente. Más decisões de negócios e escolhas criativas infelizes fizeram a editora entrar em uma situação muito complicada.

Os ricaços Ron Perelman e Carl Icahn entraram numa batalha para tomar a liderança da empresa. Foi Icahn quem venceu no final, fundindo a Marvel com a Toy Biz Inc., que passou a vender brinquedos inspirados nos super-heróis.

As vendas de suas maiores propriedades

No momento de crise, a Marvel vendeu algumas de suas maiores propriedades para outras empresas, como a Fox, a Sony e a Universal. Quer dizer, não foi exatamente uma venda total, porque os personagens podiam continuar aparecendo nos quadrinhos, mas um licenciamento.

X-Men, Homem-Aranha, Hulk e Quarteto Fantástico se foram. Com a Marvel, ficaram apenas super-heróis tidos como menos valiosos, como Homem de Ferro, Capitão América e todos os outros Vingadores. Quem diria que, décadas depois, a Marvel conseguiria construir um império nos cinemas com esses mesmos personagens?

O enterro do Quarteto Fantástico e dos X-Men

X-Men e Quarteto Fantástico foram os grupos mais importantes da Marvel por décadas nos quadrinhos. No entanto, a editora tentou matar as duas franquias nos últimos anos.

Mensagens vazadas mostravam que a Marvel não permitia que qualquer escritor incluísse membros do Quarteto Fantástico nos quadrinhos depois do longa de grande fracasso de 2015.

A empresa cancelou a revista do Quarteto Fantástico e, em seguida, tirou o foco dos X-Men para promover os Inumanos, que serviam como alternativa. Assim que os direitos de X-Men e Quarteto Fantástico foram retornando, a Marvel voltou a investir nos personagens.

Ultimatum

A Marvel tentou fazer algo parecido com Heróis Renascem nos anos 2000 e acabou dando certo, gerando o Universo Ultimate.

Em vez de mudar personagens de longa data, a Marvel criou uma linha do tempo alternativa e trouxe seus heróis clássicos para o novo mundo do século 21, com origens modernas e histórias originais. A Marvel também escolheu tornar esse mundo mais realista. Por exemplo, se um personagem morresse, ficava morto.

Foi uma saga muito popular… até que chegou Ultimatum. A série polêmica apresentou mais de 30 mortes com violência horrível e gratuita e destruiu toda a linha de histórias em quadrinhos do Universo Ultimate.

Mudanças feitas só para chocar

Uma das mudanças mais importantes que a Marvel fez para um de seus amados personagens foi transformar Jean Grey na Fênix Negra antes de matá-la. Foi um sucesso gigantesco, e a Marvel começou a brincar com outros personagens.

Ao longo dos anos, a Marvel transformou o Homem-Aranha em um clone, o Homem de Ferro se tornou um vilão assassino nos anos 90 e o Capitão América foi revelado como um membro da HIDRA mais recentemente. Na maioria das vezes, essas mudanças foram criadas apenas para chocar os leitores, sendo revertidas pouco tempo depois.

Foco em grandes eventos

Houve uma época em que os grandes eventos de histórias em quadrinhos eram empolgantes e reuniam personagens que normalmente nunca se encontravam. Guerras Secretas é um ótimo exemplo disso.

No entanto, ao longo dos anos, a Marvel passou a focar mais nesses eventos que nas histórias independentes, causando uma grande confusão. Além de dar um nó na cabeça das pessoas que compram quadrinhos, é uma escolha que interrompe a progressão natural dos personagens.

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