As piores cenas de filmes de super-heróis da Marvel e DC desde 2000

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Estamos no século dos super-heróis nos cinemas. Reis da bilheteria, estes personagens estrelam várias grandes produções a cada ano.

Muitas são sucessos, outras são fracassos. Mas todas, das boas às ruins, estão suscetíveis a cenas um tanto ridículas.

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Aqui estão as piores cenas de longas de super-heróis de Marvel e DC desde o início dos anos 2000.

Lanterna Verde: A batalha contra Parallax

Praticamente todo mundo odiou Lanterna Verde, incluindo o protagonista, Ryan Reynolds.

No clímax, o super-herói entra num embate gigantesco contra o vilão Parallax, uma cena que é lembrada, principalmente, por empolgar muito pouco e pela terrível qualidade do CGI. Nem dá para acreditar que a produção custou mais de US$ 200 milhões.

Thor: O Mundo Sombrio: O insuportável terceiro ato

Thor: O Mundo Sombrio é tido como o pior capítulo do MCU. Em seu terceiro ato, todos os problemas ficam evidentes. As cenas de ação são muito chatas, o grande vilão é completamente esquecível e não há nem um pouco de peso dramático.

Foi uma coisa boa que Taika Waititi tenha trazido tantas cores e personalidade para a sequência, Thor: Ragnarok.

Quarteto Fantástico: A equipe é criada porque todos estavam bêbados

Da recepção da crítica aos números de bilheteria, Quarteto Fantástico foi um desastre completo. Uma total atrocidade com uma das maiores equipes da Marvel. Como o Quarteto Fantástico é criado nesta versão?

É simples: os garotos, incluindo Victor von Doom, ficam tão bêbados que decidem explorar uma dimensão paralela, e lá um acidente faz com que ganhem seus poderes. Bem pensado, não é?

X-Men: O Confronto Final: “Eu sou o Fanático, vadia!”

A verdade é que a saga dos X-Men nos cinemas não estava indo tão mal até X-Men: O Confronto Final aparecer. Entre tantos problemas, um dos maiores é a abordagem sobre o Fanático.

Enquanto persegue Lince Negra, o vilão grita: “Você não sabe quem eu sou? Eu sou o Fanático, vadia!”. O roteiro em geral não era nada bom, mas não foi gentil especialmente com o Fanático.

Batman v Superman: “Salve a Martha!”

Batman v Superman foi uma grande aposta da Warner Bros., unindo os maiores personagens da DC nos cinemas pela primeira vez.

A tensão sobre o embate entre os protagonistas era muito grande, mas a luta, além de curta, termina de um jeito controverso: quando Superman, prestes a ser morto, grita “Salve a Martha!”, Batman fica abalado porque este também é o nome de sua mãe.

O Homem Morcego desiste de seu objetivo e, a partir dali, os dois passam a ser amigos (numa cena posterior, ele até diz para Martha que é “amigo do filho dela”). Era inevitável que eles parassem de lutar para se unir contra Lex Luthor, mas não havia jeito melhor disso acontecer?

X-Men: Fênix Negra: O pior fim que uma saga poderia ter

A saga dos X-Men nos cinemas teve seus bons momentos, apesar de ter sido muito odiada por alguns. Portanto, foi uma pena que X-Men: Fênix Negra tenha sido tão terrível. No fim, absolutamente todas as escolhas feitas pelo diretor e roteirista Simon Kinberg para fechar os arcos de história são muito ruins.

Professor Xavier abandona os X-Men, deixando a liderança para Fera. Xavier e Magneto terminam jogando xadrez. Jean Grey ressurge no céu como uma estranha Fênix (ou coisa assim). O pior fim que uma grande saga já teve.

Homem de Ferro 3: O falso Mandarim

Para uma produção que foi vendida com um tom mais sóbrio e sério, Homem de Ferro 3 foi muito decepcionante. Numa cena que claramente foi concebida para ser engraçada e surpreendente, mas que não foi nem um pouco bem recebida, o personagem de Ben Kingsley revela que não era o verdadeiro Mandarim.

Era só um ator chamado Trevor Slattery. Para piorar, Slattery ainda é um completo idiota e há uma piadinha com mau cheiro no banheiro. Agora, a Marvel está buscando se redimir ao revelar o real Mandarim em Shang-Chi.

Esquadrão Suicida: A batalha contra Magia

Julgando pelo ótimo marketing da DC, Esquadrão Suicida deveria ter sido incrível, mas foi… o justo contrário disso. O longa já é ruim em geral, mas o terceiro ato chama atenção, negativamente falando.

Não há nem um pouco de peso em nada, o CGI é usado do jeito mais estranho possível e Magia, a grande vilã, é embaraçosamente exagerada. Como esquecer daquela dancinha esquicita que ela faz enquanto evoca poder?

Homem-Aranha 3: O Peter Parker emo

Homem-Aranha 3 não é tão ruim quanto muita gente se lembra. A recepção da crítica, por exemplo, só foi fria, não é como se o longa tivesse sido massacrado. Mas ainda assim, foi altamente decepcionante.

A influência do simbionte em Peter Parker nos quadrinhos da Marvel realmente o deixou diferente, mas Homem-Aranha 3 elevou tudo para algo mais… vergonhoso. De repente, o “Peter Parker emo” passou a dançar estranhamente pelas ruas, bater em mulheres e agir como se estivesse bêbado.

Esquadrão Suicida: A cena da boate

Como já mencionamos, Esquadrão Suicida foi, em geral, bem ruim e teve um terceiro ato muito problemático. Mas, em questão de constrangimento, nada se compara à cena da boate, primeira vez em que vemos o Coringa de Jared Leto.

Os diálogos são risíveis, o tom da cena é incompreensível e a atuação de Leto também não ajuda, agindo como se fosse um primo distante e ainda mais abobado do Ace Ventura.

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