Os maiores escândalos que envolveram a Disney

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A Disney – tanto do lado da produção cinematográfica quanto do lado que administra os parques temáticos – se esforçou muito para ser uma empresa saudável, mas mesmo depois de décadas no negócio acabou por não ser muito boa nisso.

Entre polêmicas com personagens racistas, histórias controversas e escândalos sexuais, o passado da Disney é marcado por ser muito conturbado.

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Aqui te apresentamos os maiores escândalos que já envolveram a Disney.

Mulheres não podiam ser animadoras

Depois de assistir a todos esses filmes sobre donzelas em perigo, não será surpresa ouvir que a Disney de meados do século XX não era exatamente progressista quando se tratava de contratar mulheres.

Na verdade, a Disney era tão conservadora que tinha uma carta-padrão usada especificamente para dizer às mulheres que estavam interessadas em se tornar animadoras que nunca contratavam mulheres para esses serviços.

Havia uma mulher de topless em Bernardo e Bianca

No lançamento em DVD de Bernardo e Bianca em 1999, da Disney, há dois quadros que mostram a imagem de uma mulher de topless em uma janela ao fundo.

A empresa disse que os quadros foram adicionados em 1977 por alguém que trabalhava na fase de pós-produção – em outras palavras, a cena também foi exibida nos cinemas, mas ninguém pareceu ter percebido. Mais tarde, a Disney relançou o DVD sem essa parte.

Racismo

Um dos filmes mais descaradamente racistas da Disney foi A Canção do Sul, de 1946, que era basicamente sobre o quanto era divertido ser um escravo porque você pode cantar e dançar com um bando de animais de desenho animado.

O longa-metragem é tão preconceituoso e problemático que a Disney concordou em não distribui-lo nunca mais. Foi terminantemente banido.

Roubo de planos para um parque temático

A criação do ESPN Wide World of Sports Complex, da Disney, foi envolvido em um grande escândalo.

O parque nasceu da ideia de dois homens chamados Nicholas Stracick e Edward Russell, mas a Disney não os contratou. Em vez disso, ouviu seus planos, adorou mas disse para eles irem procurar trabalho em outro lugar, simplesmente roubando as ideias.

Em 2000, a Disney perdeu um processo contra Nicholas Stracick e Edward Russell, ficando claro o roubo de propriedade intelectual.

Abuso de trabalhadores

Em 2001, a Disney foi acusada de oferecer condições deploráveis para os trabalhadores ​​das fábricas chinesas que produziam seus produtos.

A Disney estava trabalhando com não uma, mas com 12 fábricas chinesas de suprimento, onde as mulheres trabalhavam regularmente 16 horas por dia por salários ridiculamente baixos.

Em 2011, as fábricas da Disney voltaram a ser notícia – desta vez por empregar crianças de até 14 anos e obrigar os trabalhadores a fazer três vezes mais horas extras do que o permitido por lei.

O Disney World está cheio de jacarés

O Disney World é mágico e emocionante e também está cheio de jacarés. Como o Disney World está na Flórida, os jacarés são como pombos.

O problema não é exatamente esse. O problema é que não há avisos suficientes sobre isso.

No verão de 2016, um menino de 2 anos foi morto por um jacaré numa lagoa no Disney World. Jornalistas culparam a Disney por não alertar adequadamente os visitantes sobre o perigo.

Mudanças na Princesa Merida

A Disney foi aplaudida quando Merida, com suas proporções muito menos ridículas e cabelos selvagens, tornou-se a mais recente adição à sua longa lista de princesas.

No entanto, em um novo material de marketing, a Disney realizou muitas mudanças em Merida. A princesa ficou mais magra, ganhou maquiagem, peitos maiores e um vestido brilhante com decote. Nem um pouco machista, não é?

Mais morte aquática

De um modo geral, você deve ficar longe da água nos parques temáticos da Disney. Além de jacarés, também há certas amebas incômodas por lá.

Em 1980, um menino de 11 anos morreu de uma rara infecção cerebral conhecida como Meningite Amebiana Primária. Esse é o nome clínico para quando uma ameba piranha literalmente come seu cérebro. Autoridades determinaram que ele obteve a infecção enquanto nadava no parque aquático Disney’s River Country, na Flórida.

O parque permaneceu aberto, no entanto – na verdade, continuou a operar por mais algumas décadas, bombeando a água de um lago natural próximo, com amebas e tudo.

Funcionários também são maltratados

Somente a Disneylândia tem 30 mil funcionários, o que parece ser uma quantidade absurda de custos indiretos até você perceber que o parque teve cerca de 20 milhões de visitantes em 2016, a maioria dos quais pagou cerca de US$ 117 pelo ingresso.

De acordo com o Los Angeles Times, a receita da Disneylândia subiu, enquanto o salário dos funcionários caiu cerca de 15%. A maioria dos trabalhadores da Disneylândia ganha menos de US$ 15 por hora, e alguns ganham apenas US$ 11 por hora.

Escândalo de assédio sexual

Em 2017, o diretor de criação das animações da Disney e da Pixar, John Lasseter, anunciou planos para uma licença de seis meses de ausência da empresa – não porque estava exausto, mas porque tinha acabado de receber um monte de acusações de assédio sexual.

Lasseter as chamou de “equívocos”, mas eram muito, muito mais do que isso – as empregadas o evitavam porque ele era conhecido por apalpar, por comentários inadequados e por “bebedeiras embriagadas”.

A Disney sabia sobre seu comportamento, mas nunca tomou nenhuma atitude porque, para ser franco, ele gerou US$ 13 bilhões em pouco mais de uma década.

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