Crush à Altura e os filmes mais polêmicos da história da Netflix

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Com mais de 300 filmes já lançados, é claro que alguns projetos da Netflx seriam alvos de críticas e controvérsias, tanto por parte do público quanto por governos ou críticos especializados.

Entre campanhas de marketing mal-sucedidas, tramas controversas e acusações diversas, confira abaixo os filmes originas da Netflix que já se envolveram em grandes polêmicas!

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Crush à Altura

Lançado na Netflix na última semana, Crush à Altura já se envolveu em uma polêmica importante. O filme acompanha as histórias e “dificuldades” vividas por uma garota branca, loira, magra e alta na adolescência. O longa, no final das contas, é um filme teen simples e extremamente genérico, que ganhou mídia apenas pelas críticas direcionadas a seu trailer. Crush à Altura foi criticado por escolher a perspectiva e os “problemas” de uma personagem privilegiada em todos os sentidos.

Bright

Protagonizado por Will Smith e Joel Edgerton, Bright parecia uma ótima ideia no papel. O longa é ambientada em um mundo onde humanos e criaturas míticas convivem em sociedade, e foca na história de uma dupla de policiais formada por um homem e um Orc. Concebido como uma metáfora para o racismo e o preconceito das forças policiais, o filme foi criticado por simplificar demais um tema tão complexo, e usar referências extremamente óbvias para passar sua mensagem.

Bird Box

Bird Box é um dos filmes mais populares da Netflix, apresentando uma história de suspense e adrenalina protagonizada por Sandra Bullock. O filme se passa no início do ataque de criaturas misteriosas que enlouquecem e matam qualquer um que olhe para elas. Bird Box se envolveu em uma polêmica não por seu enredo, mas por um “desafio” proposto em razão do filme. Estimulado pelas redes sociais, o “Bird Box Challenge” pedia que os internautas gravassem vídeos fazendo tarefas cotidianas vendados. Após acidentes graves, a Netflix foi obrigada a pedir que os fãs parassem com a prática.

Death Note

Hollywood já deveria ter entendido que adaptar animes para o cinema é uma tarefa difícil que deve ser realizada com muito cuidado e respeito pela obra original. Death Note enfrentou críticas desde o anúncio de sua produção. Os produtores do longa parecem não ter entendido o que fez Death Note um dos animes mais influentes de todos os tempos, e investiram em uma história americanizada que ignora alguns dos aspectos mais importantes da obra original. A única coisa que salva o filme de Death Note é a atuação sólida de Willem Dafoe como o shinigami Ryuku.

Step Sisters

Step Sisters é um simples filme de comédia, e acabou se envolvendo em uma polêmica por um dos temas mais controversos da atualidade: apropriação cultural. O filme conta a história de Jamilah, a presidente de uma Sororidade negra que recebe a difícil missão de ensinar as garotas das sororidades brancas a dançar para uma competição de caridade. Logo após o lançamento do primeiro trailer, Step Sister recebeu inúmeras críticas nas redes sociais, principalmente pela premissa do filme trazer garotas brancas se apropriando de uma cultura predominantemente negra.

Sierra Burgess é uma Loser

Protagonizada por Shannon Purser, a Barb de Stranger Things, Sierra Burgess é uma Loser é uma comédia romântica teen inspirada levemente no clássico Cyrano de Bergerac. Embora tenha sido recebido com relativa aprovação pelo público, o longa foi bastante criticado por romantizar atitudes problemáticas da protagonista. No decorrer do filme, Sierra dá um beijo em seu interesse amoroso sem o consentimento do garoto, hackeia redes sociais, pratica cyber-bullying, trata mal a maioria dos amigos e se finge de surda. Além disso, o filme conta com pelo menos 2 momentos de homofobia e transfobia.

O Mínimo Para Viver

Algumas pessoas ficaram tão chocadas com a produção de O Mínimo Para Viver que chegarem até a pedir a censura do filme por seu potencial traumático. O longa é baseado nas experiências pessoais da diretora Marti Noxon, e traz Lily Collins como uma jovem sofrendo de anorexia nervosa. As críticas vieram principalmente pelo fato do filme mostrar diversas cenas dos ossos protuberantes da protagonista e seu corpo cada vez mais magro, prática que é altamente condenada por associações de defesa à saúde mental por ter o potencial de incentivar as desordens alimentares nos espectadores mais sugestíveis.

Okja

A polêmica envolvendo Okja não teve nada a ver com o enredo do filme, que conta a história tocante de uma garota tentando salvar uma porca gigante geneticamente modificada do abate. O filme foi vaiado no Festival de Cannes em 2017 exatamente por ser uma produção da Netflix. Parte do público e organizadores do evento não concordavam com a exibição de um filme produzido para uma plataforma em um festival de cinema. No Oscar de 2018, a Netflix sofreu para conseguir incluir Roma entre os indicados, já que a Academia também compartilhava de algumas das dúvidas de Cannes.

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