Ghost in the Shell será “sexy”, mas não deve ter nudez de Scarlett Johansson

Publicidade

O produtor Avi Arad conversou com o Collider sobre a abordagem cinematográfica de Ghost in the Shell, versão estrelada por Scarlett Johansson do lendário mangá e anime.

“Rupert [Sanders, diretor] queria manter a sexualidade que existe na história original.É um filme sexy, mas não necessariamente com muita nudez”, comentou Arad. “A verdade é que a nudez em Ghost in the Shell é muito fria. Quando a Major está nua, ela na verdade está usando um traje, porque ela é uma ciborgue. Aquele não é o corpo dela, é cobertura artificial que imita o tom de pele humano”.

“Nós queríamos que a nudez do filme fosse vulnerável, e não que ajudasse a personagem a se distanciar mais ainda da humanidade. Nós não vamos ter ninguém correndo nu ou dançando nu explicitamente no nosso filme, por um milhão de razões diferentes. Tentamos pensar em como a nudez seria filmada e como ela contribuiria para a história. Scarlett é uma atriz corajosa e isso ajudou muito”, disse ainda.

Continua depois da publicidade

“É uma história internacional, não japonesa”, diz produtor sobre críticas

Escrita por Jonathan Herman (Straight Outta Compton), a versão com atores de Ghost in the Shell será baseada no mangá sobre uma cirborgue das forças especiais (Scarlett Johansson) que comanda uma força-tarefa de elite chamada Seção 9 para a Hanka Robotics, dedicada a parar os criminosos e extremistas mais perigosos.

O grupo de terrorista tem como líder “O Homem que Ri” (Michael Pitt), um poderoso hacker meio humano e meio máquina, cujo único objetivo é acabar com os avanços da tecnologia cibernética da Hanka. Beat Takeshi Kitano (Battle Royale), Pilou Asbæk (Lucy), Sam Riley (Malévola) e Rila Fukushima (Arrow) completam o elenco.

A direção está a cargo de Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador). Ghost in the Shell chegará aos cinemas em 31 de março de 2017.

Publicidade
© 2021 Observatório do Cinema | Powered by Grupo Observatório
Site parceiro UOL
Publicidade