A Arlequina é uma personagem relativamente nova na mitologia dos quadrinhos da DC, tendo sido introduzida por Bruce Timm na elogiada série de animação do Batman, na década de 90. Agora, ela tem uma reinvenção.

Sempre conhecida por ser a psicóloga que se apaixona e enlouquece ao conhecer o Coringa, ela acabou presa em uma relação abusiva com o Palhaço do Crime. Mas a história é reinventada por Mariko Tamaki e Steve Pugh em Harley Queen: Breaking Glass.

Confira a capa da graphic novel abaixo.


Na história, acompanhamos uma versão de 15 anos de Harleen Quinzel, que está no colégio. Dessa vez, sua origem não tem relação somente com o Coringa, mas sim por sua escolha em defender sua família e amigas quando o bairro onde vive é ameaçado.

“Harleen é uma garota durona, expansiva e rebelde que vive em um apartamento improvisado em cima de um cabaré de karaokê controlado por uma drag queen chamada MAMA. Desde que os pais de Harleen se separaram, MAMA tem sido sua única família. Quando o cabaré se torna a próxima vítima da gentrificação que toma conta do bairro, Harleen fica nervosa. Quando ela decide transformar sua raiva em ação, ela tem duas escolhas: se juntar a Hera Venenosa, que faz campanha para transformar o barri em um lugar melhor para viver, ou se juntar ao Coringa, que planeja derrubar Gotham uma corporação de cada vez”, diz a sinopse oficial da HQ.

A graphic novel Harley Queen: Breaking Glass já está disponível nas lojas de quadrinhos americanas.