Roteiristas estão repensando piadas ofensivas após acusações de assédio em Hollywood

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Uma nova matéria do THR reflete como o movimento #MeToo, que denunciou assédio sexual em Hollywood, tem afetado as salas de roteiristas de séries e filmes ao redor da terra do cinema.

“A sala de roteiristas sempre foi um lugar seguro onde, teoricamente, valia tudo. Era um lugar onde as pessoas discutiam pensamentos perturbados, às vezes”, diz Liz Meriwether, criadora de New Girl. “Não era incomum que uma linha ou outra fosse cruzada, desde que fosse feito com respeito. Agora, alguns roteiristas estão pensando: ‘Talvez essa não seja uma boa piada para fazer’”.

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Uma roteirista, que não quis se identificar, afirma ter assinado um contrato quando foi chamada para a equipe de uma nova série de TV dizendo que “discussões ofensivas e delicadas são essenciais e bem-vindas ao processo criativo”.

“Em salas de roteiristas, normalmente você vê aquela divisão entre homens e mulheres que é muito antiga. Eu tentei erradicar isso desde o primeiro dia de SMILF”, conta a criadora Frankie Shaw. “Eu acho que salas de roteiristas mais diversas são a resposta aqui. Mulheres se sentem mais seguras para terem essas discussões delicadas quando não estão sozinhas na sala”.

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