ATENÇÃO: SPOILERS A SEGUIR!

Essa quinta (19) marcou o episódio final de Scandal, que fechou sua trajetória de sucesso na TV após sete temporadas – e o capítulo não veio sem momentos chocantes, e outros que os fãs vão guardar para sempre na memória.

Primeiro, a morte: David (Josh Malina), considerado o personagem mais “inocente” da série, menos corrupto, é morto pelo vice-presidente Cyrus (Jeff Perry), por sua vez o mais sedento por poder da trama.


Em entrevista ao THR, a criadora Shonda Rhimes (que escreveu o finale) admitiu que o atual estado da política americana mudou suas ideias sobre como a série terminaria: “Ficou claro que, conforme a política de Washington ficava mais brutal e suja, a nossa série também tinha que ser”, disse.

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Enquanto isso, Eli/Rowan (Joe Morton) decide confessar que criou o B6-13 em um julgamento no Senado, o segundo grande choque da noite. No fim das contas, no entanto, o pai da protagonista Olivia (Kerry Washington) usa as informações que tem sobre Jake Ballard (Scott Foley) para fugir das consequências de seus crimes – assim como todos os outros personagens que fizeram coisas terríveis no decorrer da trama.

Para os casais da série, Rhimes optou por um final feliz: Mellie (Bellamy Young) continou presidente e se reconectou com Marcus (Cornelius Smith Jr.); Quinn (Katie Lowes) e Charlie (George Newbern) se casaram com ninguém menos do que Huck (Guillermo Díaz) como o sacerdote; e quando a Olivia e Fitz (Tony Goldwyn), a série deixou a porta aberta para os fãs fantasiarem sobre uma reunião futura.

A série acabou com uma nota doce, mostrando duas jovens meninas negras passeando pela galeria de retratos nacional, e encontrando lá uma imagem de Olivia, muitos anos no futuro. Embora não deixe claro que ela se tornou eventualmente presidente, Scandal nos dá uma certeza – o poder dessa protagonista inesquecível nunca foi abatido.