The Big Bang Theory é apontada como exemplo de machismo no meio nerd

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Um livro escrito por duas pesquisadoras, Bridget Blodgett e Anastasia Salter, aponta a sitcom The Big Bang Theory como o maior exemplo de como o meio nerd não está livre do machismo só por compreender um grupo que já foi prejudicado socialmente.

O tomo Toxic Geek Masculinity in Media: Sexism, Trolling, and Identity Politics (Masculinidade Tóxica Geek na Mídia: Sexismo, Trolling e Política Identitária) foi lançado recentemente e mostra como Sheldon e seus amigos são um exemplo da “nova masculinidade nerd”.

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“A masculinidade nerd, com sua ausência de qualidade tradicionalmente hiper-masculinas, e sua aparente associação com traços considerados femininos, é vista como marginalizada, mas essa dicotomia é falsa”, escrevem.

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“Ao invés disso, a masculinidade nerd é uma evolução natural da masculinidade no geral, especialemente em uma cultura na qual a expertise tecnológica e cultural dos nerds é vista como um traço de dominância positivo, e não negativo”, continuam.

As autoras citam o episódio “The Contractual Obligation Implementation” (06×18) como um exemplo desse problema – na trama, Sheldon e cia tentam fazer com que mais mulheres se matriculem em seus cursos na faculdade, mas Howard imediatamente admite que só embarcou nessa para fazer com que as garotas em questão durmam com ele.

Além disso, o episódio mostra os rapazes falhando em conseguir as matrículas, até que se voltam para as amigas Amy e Bernadette – duas mentes científicas brilhantes que, nesse episódio, são reduzidas a estereótipos e aparecem vestidas de princesa.

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