Raio Negro | Produtor nega acusações de violência doméstica e violação de direitos autorais

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Alguns dias depois de receber acusações de violência doméstica e violação de direitos autorais, o produtor de Raio Negro, Salim Akil, acionou um de seus representantes para fazer um comunicado negando categoricamente as acusações.

“Estas alegações são profundamente perturbadoras, mas também são totalmente falsas. Defenderemos Salim ao máximo contra afirmações falsas e ofensisas de uma mulher com quem seu relacionamento anterior inclui várias ações judiciais sem fundamento. Salim está ansioso para limpar seu nome e poder se concentrar em seu trabalho e em sua família”, disse o advogado do produtor, Stephen D. Barnes, em uma declaração dada ao Deadline.

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A Warner Bros. TV também está investigando o caso e decidirá em breve o que fará com o produtor de Raio Negro, dependendo do andamento do processo.

Raio Negro | Produtor da série é processado por quebra de contrato e violência doméstica

A atriz e roteirista Amber Dixon Brenner, afirmou que viveu um relacionamento abusivo com o produtor, que é casado há quase 20 anos com a também produtora Mara Brock Akil. Na ação movida pela atriz, ela afirma que o affair entre os dois começou há mais de uma década, e que eles ficaram juntos até o último ano. Durante esse período, ela afirma que o produtor a agrediu diversas vezes, e a forçou a manter contato sexual e performar sexo oral.

A segunda temporada de Raio Negro é transmitida pela CW. No Brasil, os episódios são disponibilizados pela Netflix.

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