Netflix está sendo processada por causa de duas séries

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A Netflix deve voltar aos tribunais. Depois de ser processada pelo Templo Satânico por usar a cabeça do Senhor das Trevas em O Mundo Sombrio de Sabrina, a plataforma de streaming teria respondido por outra série.

O Digital Spy afirma que a Netflix é alvo de um processo que envolve a série documental Doenças do Século 21. A produção mostra um grupo de pessoas que sofrem com doenças crônicas e o que elas fazem para aliviar a dor.

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No entanto, alguns dos sujeitos da série não ficaram satisfeitos com o produto final. Assim, os entrevistados estão processando a plataforma por difamação, fraude e invasão de privacidade.

Na série, os espectadores conheceram pessoas como Carmen, que sofre com hipersensibilidade eletromagnética, onde ela não pode manter contato com aparelhos eletrônicos por acreditar que eles a afetam; Jamison, com Síndrome da Fadiga Crônica, em que sente dor em qualquer movimento; e Bekah, que tem sensibilidade ao mofo e por isso mora em uma van.

As pessoas, assim como outros participantes, procuram diagnósticos médicos, mas esses problemas ainda não contam com uma solução.

De acordo com os entrevistados, a série Doenças do Século 21 os retratou como “preguiçosos e loucos hipocondríacos e/ou simuladores que merecem desprezo”. Quando convidados, os participantes achavam que participariam de “um documentário sério sobre doenças crônicas”.

O processo tem 50 páginas e começou com uma série de textos no Medium. Neles, os entrevistados afirmam ter contado “a verdade sobre o programa Doenças do Século 21”.

Ainda no ano passado, o produtor Dan Partland respondeu às acusações. O profissional se disse “triste e chateado” com a reação sobre a série documental. Mas, informou que o programa continuaria disponível na Netflix.

“Nossa intenção era dar ao mundo uma janela de conhecimento sobre as dificuldades que as famílias e pacientes sofrem dessas doenças elusivas e mal-entendidas, para humanizar a dor deles e mostrar toda a complexidade”, garantiu o produtor.

A plataforma de streaming ainda não se posiciona oficialmente sobre esse processo.

Já o outro caso, de O Mundo Sombrio de Sabrina, a Netflix disse ter chegado a um acordo “amigável” com o culto satânico. O Templo acreditava que a cabeça de bode, representando o Senhor das Trevas, era um símbolo que pertencia ao grupo, bem como os direitos autorais dele.

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