A Netflix segue apostando em conteúdo espanhol. A estratégia se deve ao sucesso de séries como La Casa de Papel e Vis a Vis.

A última série espanhola da plataforma a ganhar destaque foi Valéria. O drama parece seguir a mesma estratégia dos outros sucessos, começando com a protagonista.

Na série da Netflix, Valéria é vivida por Diana Gomez. A atriz ganhou notoriedade ao aparecer nas Partes 3 e 4 de La Casa de Papel.


Valéria é inspirada nos romances de Elísabet Benavent. A história segue a personagem do título, uma escritora que passa por uma crise no casamento e na carreira.

Para superar o momento difícil, Valéria tem o apoio de três amigas. Lola, Carmen e Nerea passam com a protagonista por diversos temas da vida adulta.

Porém, a série recebeu uma séria acusação. O site Explica diz que Valéria é uma série preconceituosa.

Acusações contra Valéria

O site afirma que Valéria parece uma versão espanhola de Sex and the City. Porém, diz que tem uma história que traz muitos tabus.

A principal acusação é que a série da Netflix teria um trecho homofóbico. Além disso, Valéria tentaria “forçar” momentos femininistas.

Valéria finge ser mais séria do que é. Sexo em todo lugar, trazendo tabus e ações injustificadas o tempo inteiro. Há momentos feministas forçados e frases como ‘se um homem não quer fazer amor, ele é gay’, o que parece idiota e um grande desrespeito. Não é engraçado e não diz nada, uma droga, insisto. É uma série que me lembra Elite, criada para adolescentes de plantão com hormônios à flor da pele”, acusa o site Explica.

O portal ainda afirma que a diferença de Elite e Valéria é que a segunda “tenta fingir que é uma adulta”.

Valéria tem ainda no elenco Ibrahim Al Shami, Silma López, Paula Malia, Teresa Riott e Maxi Iglesias no papel do misterioso Victor.

Dirigida por Inma Torrente e Nely Reguera, a adaptação foi escrita por María López Castaño, que também criou a série ao lado de Aurora Gracià, Almudena Ocaña e Fernanda Eguiarte. A série tem oito episódios.

Valéria está disponível na Netflix.