Vikings está chegando ao fim, e fãs já estão se preparando para a última despedida e o desfecho da história épica dos filhos de Ragnar. Como uma das séries históricas mais influentes de todos os tempos, Vikings vai com certeza deixar saudades.

A temporada final de Vikings está atualmente em hiato, e terá 20 episódios para fechar todas as tramas da série, sendo divididos em duas partes.

Vikings é conhecida por tentar manter ao máximo a veracidade histórica das tramas dos personagens. Como uma série de TV, é claro que algumas situações precisaram ser modificadas para maior impacto ou fluidez narrativa.


Um momento inusitado aconteceu na trama da morte de Ragnar, e incomoda alguns fãs até hoje. Confira abaixo!

A morte de Ragnar

Fãs de Vikings sabem que uma das cenas mais impactantes da série foi a da morte de Ragnar Lothbrok. Após ser capturado pelo Rei Aelle, o protagonista é jogado em um poço cheio de serpentes e deixado para a morte.

O método de execução já havia sido citado anteriormente. Na primeira temporada de Vikings, Aelle confessa ter tido o mesmo plano para matar os guerreiros Vikings que invadiram o Reino de Northumbria.

É aí que o erro acontece. De acordo com um fã (com os olhos de águia), as serpentes usadas no poço não envenenariam os guerreiros, como Aelle queria.

“As cobras no poço do Rei são todas constritoras! Ou seja, elas não tem veneno. Além disso, elas eram muito pequenas para enxergarem um humano como presa. Seria mais plausível elas se alimentarem umas das outras”, revelou o fã.

Outros erros históricos também chamaram a atenção dos fãs de Vikings.

No quarto episódio da segunda temporada, o Bispo de Wessex utiliza a crucificação como castigo pela blasfêmia de Athelstan.

Na época em que os eventos de Vikings são ambientado, a crucificação já havia sido proibida oficialmente há mais de quatro séculos. Além disso, o próprio ato de se crucificar alguém que não era o Messias seria visto como blasfemo pela população cristã.

Michael Hirst, o criador de Vikings, já falou algumas vezes sobre as incongruências históricas da série. O showrunner explicou porque é necessário tomar liberdades criativas com um material tão antigo.

“Eu especialmente tive que tomar liberdades criativas com Vikings porque ninguém sabe realmente o que acontecia durante a Idade das Trevas… Nós queremos que o público veja a série. Um relato histórico sobre os Vikings alcançaria centenas, na melhor hipótese milhares de pessoas. Com a série, nós queremos alcançar milhões”, afirmou.

Vikings retorna ainda em 2020.