A Netflix fez uma aposta e tanto em Warrior Nun. A série segue Ava, uma jovem que acorda em um necrotério e descobre que tem poderes.

Porém, essa não é uma típica história de heróis. Ava se torna integrante de uma seita de freiras que caça demônios.

Mesmo unindo elementos sobrenaturais com história de fantasia, Warrior Nun chama atenção por outro fato. As cenas de luta estão entre os melhores momentos da série.


Por isso, a crítica começa a comparar Warrior Nun com John Wick. Não, por exemplo, como se a protagonista fosse o personagem de Keanu Reeves.

Mas, de modo que as lutas das produções são semelhantes. Há até quem diga que Warrior Nun é o John Wick da igreja.

Entre fantasia e religião, a Netflix colocou uma boa dose de combate na série.

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As coreografias de luta de Warrior Nun chamam atenção desde o começo da série. Entre Ava decidir qual caminho seguir, os fãs já podem notar uma alta qualidade nas lutas.

Há uma cena, por exemplo, que uma personagem enfrenta cerca de 10 inimigos em sequência, em um corredor. Com os mais diferentes golpes e maneiras de derrubá-los, parece um momento retirado de John Wick.

Outro momento que também lembra os filmes com Keanu Reeves é quando duas freiras perseguem Ava. As duas estão em combate ao mesmo tempo, já que uma quer a garota para o clã e a outra quer vê-la morta.

O que pode explicar essa ação é o fato de Warrior Nun ser também inspirada nos quadrinhos de Ben Dunn, que trazem uma forte influência de ação. Nas HQs, o que muda é que a trama toca mais no catolicismo, o que já causou grande polêmica.

Na Netflix, a história foge um pouco da igreja, mesmo que esse elemento ainda esteja lá. Uma importante ligação é que o céu e o inferno existem e as ações de Ava podem levar todos até um dos dois.

“Uma jovem acorda no necrotério com superpoderes e descobre que faz parte de uma seita secreta de freiras caçadoras de demônios”, diz a sinopse.

O elenco tem Alba Baptista, Toya Turner e Lorena Andrea.

Warrior Nun está disponível na Netflix.