Com 16 temporadas e mais de 350 episódios lançados, Grey’s Anatomy conquistou milhões de fãs no mundo inteiro e se tornou o drama médico mais duradouro de todos os tempos.

A série exibiu recentemente o final de sua décima sexta temporada, encurtada devido à pandemia do coronavírus.

É claro que por motivos narrativos, certos aspectos da medicina são modificados ou exagerados. O que não aconteceria na vida real causa grande drama na produção.


Confira abaixo os principais erros e exageros médicos de Grey’s Anatomy!

Alcoolismo

Na sexta temporada de Grey’s Anatomy, os problemas de Richard Webber com a bebida se tornaram um dos principais arcos do personagem. Webber chegou a trabalhar alcoolizado algumas vezes, e parte dos colegas decidiu fechar os olhos para o que estava acontecendo. 

A decisão de Bailey

Também na 10ª temporada de Grey’s Anatomy, Miranda Bailey utiliza uma versão desativada do vírus HIV para tratar uma condição na medula óssea de um jovem paciente. A médica toma a decisão sem o consentimento dos pais do garoto, e vai exatamente contra os desejos da família. Na vida real, Bailey não teria sido apenas demitida, mas com certeza processada criminalmente.

Desfibrilador

O uso do desfibrilador em Grey’s Anatomy sempre acontece quando o coração de um paciente para de bater. Na vida real, o instrumento é mais utilizado para reajustar um pulso cardíaco errático, não trazê-lo de volta do nada. Esse clichê acontece em diversas séries e filmes médicos.

Tratamentos experimentais

Em vários episódios de Grey’s Anatomy, a trama da série foca em doenças raras e tratamentos experimentais. Na vida real, tratamentos não aprovados são mais raros, pois precisam de uma quantidade considerável de evidências para serem colocados em prática.

Cirurgias

Em muitos episódios de Grey’s Anatomy, residentes e médicos iniciantes fazem cirurgias como treinamento. Na vida real, algo assim nunca aconteceria. Nenhum paciente gostaria de ser operado por alguém que não se formou, e instituições de renome não permitem a prática tão cedo.

Conversas

Nas situações mais difíceis, os médicos de Grey’s Anatomy utilizam a sala de espera para conversar com os parentes dos pacientes e dar as piores notícias. Em um hospital da vida real, médicos escolheriam um lugar mais reservado para conversas delicadas e pessoais.

Órgãos 

Em Grey’s Anatomy, a tecnologia médica parece ser mais avançada do que na vida real. A impressão de órgãos por impressoras 3D já foi tema de vários episódios da produção. Embora próteses de membros sejam realmente produzidas dessa forma, a criação de órgãos funcionais ainda é uma realidade distante.