Tom Ellis, que vive o personagem titular em Lucifer, da Netflix, foi cancelado pelos fãs após apoiar a esposa, Meaghan Oppenheimer, que defendeu o filme Lindinhas. O longa-metragem francês, também da Netflix, vem sendo acusado de promover a sexualização infantil e a pedofilia.

Tudo começou com Oppenheimer compartilhando um tuíte do roteirista Jack Moore defendendo o filme.

Lindinhas é agressivamente contra a sexualização de menores de idade. O filme é literalmente sobre isso. Dizer que é a favor da pedofilia é como dizer que Bastardos Inglórios é a favor do nazismo”, escreveu Moore.


Muitos fãs contestaram esse tuíte que foi compartilhado pela esposa do astro de Lucifer e ela explicou sua posição na rede social.

“Olha, todos estão agindo como se eu tivesse dito que esse é o meu filme favorito e eu o amo, o que não é o caso. Tudo que eu disse é que a mensagem do filme não é a celebração da sexualização, como muitos estão dizendo antes de assistir, sua intenção é condenar isso”, escreveu Meaghan Oppenheimer.

Desde que a polêmica começou, os fãs foram às redes para rebater Oppenheimer e também foram ao Twitter de Tom Ellis para criticar sua esposa. Com isso, ele vem bloqueando tais pessoas, o que certamente não agradou muita gente.

Veja abaixo as reações dos fãs e os tuítes originais.

Episódio musical

A segunda parte da 5ª temporada de Lucifer terá o aguardado episódio musical da série da Netflix. Na DC FanDome, que ganhou uma segunda parte em 12 de setembro, uma prévia desse capítulo foi revelada.

Nela, Lucifer, Chloe, Dan e Ella fazem um número de Another One Bites the Dust. A música é um clássico do Queen, banda que tinha Freddie Mercury como vocalista.

O episódio tem o título de Bloody Celestial Karaoke Jam. O número musical não dá muitos detalhes da trama, mas já empolga os fãs.

O número acontece em um campo de futebol americano. Há uma banda escolar, líderes de torcida, jogadores do esporte e até policiais.

Porém, o que parece é que apenas Lucifer parece estar consciente desse número musical.

Ildy Modrovich, a co-showrunner de Lucifer, comentou sobre o episódio no painel do DC FanDome. Porém, não deu detalhes sobre a história.

A chefe da série da Netflix comentou que o episódio musical precisou de uma grande organização. Não apenas isso, de uma ampla estrutura.

Apenas o capítulo demandou um cronograma especial para ensaios e gravações. Além disso, Tom Ellis, o intérprete de Lucifer, ganhou um terno especial apenas para dançar.

“Nós quase quebramos nossa série. Eu acho que nós quase explodimos nossa série”, comentou a showrunner.

Mesmo com tudo isso, o diretor do episódio, Sherwin Shilati, disse que muita improvisação foi feita. Lauren German, por exemplo, foi quem teve a ideia de Chloe rebolar para Lucifer no número que usa a canção do Queen.

“Lauren realmente toma conta daquele momento”, diz o diretor.

Lucifer ainda não tem previsão para lançar os episódios finais da 5ª temporada na Netflix. Por enquanto, os fãs podem conferir a primeira parte da temporada.