Gosta de Gossip Girl, Sex and the City ou O Diabo Veste Prada? Pois a Netflix tem uma série especialmente para você! Emily em Paris estreou no último mês, e já conquistou fãs de histórias repletas de figurinos estilosos, reviravoltas interessantes e belíssimos cenários.

Criada por Darren Star, autor da série Younger, Emily em Paris traz Lily Collis como a protagonista homônima. Apresentada como uma executiva de marketing em Chicago, Emily se muda para Paris para revitalizar as redes sociais de um icônica grife de luxo.

Nos 10 episódios da série, Emily e seus novos colegas de trabalho aprendem uns com os outros, e usam suas experiências e visões coletivas para criar uma interessante estratégia comercial.


Embora tenha se estabelecido como uma das produções mais assistidas da Netflix, Emily em Paris também foi bastante criticada por seu tom deveras irreal.

Confira abaixo alguns exemplos citados pelo site Insider!

A chegada de Emily

A própria chegada de Emily em Paris é bastante surreal. Após sua chefe engravidar, a protagonista é enviada para representar sua empresa e emprestar um “olhar americano” à boutique Savoir. 

O problema? Emily não fala francês! No mundo dos negócios da vida real, falar o idioma deve ser um dos principais requisitos para uma transferência para outro país!

Francês e inglês 

Quando Emily finalmente se instala no escritório da Savoir, todos os funcionários (com exceção de Patricia) trocam o francês pelo inglês para serem entendidos pela protagonista.

Na realidade, seria demais esperar que nativos de um país se adaptem totalmente às necessidades de um colega estrangeiro. Ainda mais no caso dos franceses, que são internacionalmente famosos pelo desprezo à língua inglesa. 

Social media

Emily chega a Paris para auxiliar a Savoir no campo da social media. Ou seja, redes sociais e propagandas voltadas para esses veículos.

Quando começa a trabalhar no novo posto, Emily tem menos de 50 seguidores no Instagram, número que não combina nem um pouco com o estilo do seu trabalho.

O vibrador

Quando Emily decide relaxar com um vibrador, o brinquedo sexual causa um verdadeiro apagão na vizinhança ao ser conectado na tomada.

Até mesmo o jornal The New York Times apontou o exagero da cena, que fez piada do serviço de luz da capital francesa. 

Transporte 

Em seu período de estadia em Paris, Emily é vista na maioria das vezes andando de táxi, carros particulares ou motocicletas.

A personagem não utiliza o método de transporte mais eficiente de Paris: o metrô. Em certo momento, Emily diz que tentou andar de metrô mas acabou se perdendo. O momento soou estranho para muitas pessoas que já visitaram a cidade.

A primeira temporada de Emily em Paris está disponível na Netflix.