Não é só caso Elisa Lam: Hotel Cecil esconde outra história macabra

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Em 1924, William Banks Hanner, Charles L. Dix e Robert H. Schops lideraram a fundação do Hotel Cecil em Los Angeles, Califórnia.

Os três empresários investiram um total de US$ 1,5 milhão para construir o hotel, que incluía 700 quartos e um lindo salão de mármore com vitrais, palmeiras em vasos e estátuas de alabastro.

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O hotel econômico abriu sua porta para hóspedes em 1927. No entanto, logo após seu lançamento o mundo enfrentou a grande depressão e, foi quando começou a se tornar um lugar “amaldiçoado”, onde várias mortes e suicídios misteriosos aconteceram. O hotel também hospedou alguns dos assassinos em série mais horríveis do mundo.

Segundo relatos, a primeira morte registrada no Hotel Cecil aconteceu em novembro de 1931, quando um homem chamado W. K. Norton, de 46 anos, tomou cápsulas venenosas em seu quarto.

Quase um ano depois, em setembro de 1932, outro cadáver foi encontrado dentro de uma sala. Uma empregada do hotel descobriu o corpo de Benjamin Dodich, de 25 anos, que supostamente deu um tiro na cabeça.

Nenhuma nota de suicídio foi encontrada perto dele. Julho de 1934 teve outro suicídio – foi Louis D. Borden, de 53 anos, que supostamente cortou sua garganta com uma lâmina de barbear. Uma nota de suicídio também foi recuperada em seu quarto, na qual ele culpava sua saúde debilitada por sua escolha trágica.

O padrão suicida supostamente mudou três anos depois, quando em 1937, Grace E. Magro caiu da janela do nono andar. Enquanto os fios telefônicos a salvaram dessa vez, ela faleceu em um hospital mais tarde.

Em setembro de 1944, outra coisa bizarra aconteceu no Hotel Cecil quando Dorothy Jean Purcell, de 19 anos, e seu namorado de 38 anos, Ben Levine, fizeram check-in.

Na ocasião, a jovem alegou que não sabia que estava grávida e deu à luz um menino no banheiro, mas acabou jogando o bebê pela janela. O pequeno foi encontrado mais tarde no telhado de um prédio próximo. Purcell alegou insanidade e não acabou na prisão.

Outra história macabra

De novembro de 1947 a 20 de dezembro de 1975, o hotel registrou várias mortes, além de outros tipos de violência e ocorrências perturbadoras.

No entanto, o caso mais infame foi o da atriz Elizabeth Short, conhecida popularmente como a “Dália Negra”. Ela foi vista bebendo no bar do Hotel Cecil dias antes de seu assassinato ainda não resolvido. Seu cadáver foi mutilado e dividido ao meio pela cintura por seu misterioso assassino.

Além disso, os assassinos em série Richard Ramirez, também conhecido como Perseguidor Noturno, e Jack Unterweger, dormiram tranquilamente no hotel em 1985 e 1991, respectivamente. Naquela época, o Hotel Cecil funcionava como moradia unifamiliar.

O último mistério incluído na história de Hotel Cecil é o caso de Elisa Lam, uma jovem estudante canadense, que estava hospedada em um hotel em uma área do centro de Los Angeles conhecida como Skid Row.

Os últimos momentos “estranhos” da estudante universitária foram capturados pela câmera de vigilância do hotel, que a mostrou se comportando de maneira errática no elevador, o que incluía pressionar os botões, entrar e sair do elevador e, aparentemente, tentar se esconder de alguém ou algo.

Logo depois disso, ela desapareceu e, eventualmente, seu corpo nu foi descoberto em uma cisterna de abastecimento de água no telhado do hotel.

O estranho caso de Elisa Lam é o assunto da nova série documental da Netflix, Cena do Crime: Mistério e Morte no Hotel Cecil, que está agora disponível no serviço de streaming.

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