Veja como Netflix está ligada a busca pela cura do câncer

Entenda como o algoritmo da Netflix pode influenciar a cura de doenças

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Pessoas do mundo inteiro conhecem a Netflix como a líder do mercado das plataformas de streaming, lançando sempre filmes e séries para todos os gostos. Mas você sabia que a empresa também está relacionada com a busca pela cura do câncer e outras doenças?

A informação pode surpreender, mas o algoritmo utilizado pela Netflix para as recomendações do catálogo pode também “decodificar a linguagem” do câncer e da doença de Alzheimer.

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Mas afinal de contas, como isso pode ser possível? Como um algoritmo de filmes e séries pode influenciar a busca pela cura de doenças?

O site SciTech Daily explicou tudo sobre o assunto; confira abaixo!

O importante algoritmo da Netflix

Poderosos algoritmos usados pela Netflix, Amazon e Facebook podem “prever” a linguagem biológica do câncer e de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer, de acordo com informações da Universidade de Cambridge.

A descoberta inovadora foi publicada no jornal científico PNAS em 8 de abril de 2021, e pode ser usada no futuro para “corrigir os erros gramaticais dentro das células que causam as doenças”.

“Trazer a inteligência artificial (AI) para as pesquisas sobre as doenças degenerativas e câncer pode ser um verdadeiro divisor de águas. Nosso objetivo é usar a AI para desenvolver remédios específicos, diminuir os sintomas e prevenir o aparecimento das desordens”, afirmou o Professor Tuomas Knowles.

Toda vez que a Netflix recomenda para o usuário uma série ou filme, a plataforma utiliza um poderoso sistema de machine-learning, no qual a própria tecnologia “compreende” os gostos e preferências dos assinantes a partir de um grande volume de dados.

Segundo o estudo do St. John’s College, um modelo parecido poder ser usado para analisar e entender o que acontece quando algo dá errado com proteínas ou células no corpo humano.

“O corpo humano é o lar de milhares de proteínas, e os cientistas ainda não conhecem a função de muitas delas. Com o algoritmo, poderíamos usar uma rede neural baseada em linguagem para entender os códigos das proteínas”, afirmou a Dra. Kadi Liis Saar.

Alzheimer, Parkinson e Huntington são as desordens neurodegenerativas mais comuns, mas cientistas acreditam que centenas de doenças ainda não foram descobertas.

A tecnologia de Inteligência Artificial e machine-learning está se desenvolvendo extremamente rápido, graças à enorme quantidade de dados disponíveis – que cresce a cada dia.

Com isso, novos avanços técnicos podem criar algoritmos ainda mais poderosos, capazes de inovações médicas apenas sonhadas por muitos séculos.

O uso da Inteligência Artificial tem o potencial de mudar para sempre a busca pela cura do câncer e do tratamento de doenças degenerativas. Novas descobertas podem também ajudar a entender melhor o cérebro humano e desvendar até mesmo os segredos de doenças mentais (até então) incuráveis.

“Essa tecnologia está livre das limitações que os pesquisadores encontram, e no futuro trará novas conexões que ainda não foram nem mesmo concebidas intelectualmente. É realmente algo muito animador”, concluiu a Dra. Saar.

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