Mais do que você gosta.

Publicidade

Bastidores

Filmagens de orgias em Sex/Life foram “ridículas”

Série da Netflix se tornou sucesso por cenas quentes e segredos dessas gravações são revelados

Publicado por Bruno Tomé

27/08/2021 17:30

Casey Hudecki, a coordenadora de intimidade de Sex/Life, revelou que as gravações das orgias da série foram “ridículas”, de uma maneira engraçada. O motivo foi que a produção da Netflix aconteceu durante a pandemia do coronavírus.

Por conta disso, Sex/Life teve que tomar todos os cuidados nas filmagens. Dessa forma, por mais que espectadores assistam o que parece uma orgia, no set não era bem isso que estava montado.

Continua depois da publicidade

“Eles ficavam em posição de sexo oral com máscara e escudo facial e as filmagens eram ridículas. Você tinha que rir. Você não precisava simular o ato, mas eles estavam lá e completamente na cama. Havia muito estresse naquele tempo, então sabíamos que pareceria absurdo”, contou a coordenadora de Sex/Life ao New York Post.

Por mais que tenha sido desafiador e tenha parecido ridículo, o cuidado foi essencial para que Sex/Life tenha surgido na Netflix.

Sex/Life está disponível na Netflix

A série vem de B. B. Easton, a psicóloga escolar que se tornou autora cujo livro de memórias, 4 Homens em 44 Capítulos, foi recebido com uma recepção calorosa e críticas excelentes quando chegou às estantes em 2016.

Tão calorosa foi a recepção e tão notáveis foram as análises que sua história foi comprada pela Netflix, com uma série de oito episódios sendo encomendada em 2019.

A história de Sex/Life é mais ou menos assim:

“Sarah, a protagonista da série, é, no momento presente, uma mãe suburbana com uma vida confortável. Dito isso, há algo faltando – como a paixão erótica incandescente de sua juventude, passada se aventurando com motoqueiros, baixistas e outros caras perigosos.”

“Ela se tornou uma versão de si mesma digna do casamento e isso é um problema”, disse Stacy Rukeyser, a roteirista do seriado, à Entertainment Weekly.

“Ao esconder uma grande parte de si mesma de seu marido Cooper e esconder seu desejo, ela criou um problema para si mesma. Ela conseguiu o cara, mas a que custo? O custo é negar uma parte dela que está adormecida há um tempo e precisa ser homenageada, celebrada e cuidada, porque é uma parte real dela”, completou a escritora.

Dessa disjunção pessoal vem uma série de flashbacks e fantasias, explorando o que Sarah realmente quer de sua vida e se desistir de seu lado selvagem valeu a vida tranquila de uma esposa e mãe.

Sex/Life está disponível na Netflix.

Publicidade