Líder do #MeToo sobre Asia Argento: “Abusados também podem ser abusadores”

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As acusações de que Asia Argento, uma das líderes do #MeToo, teria abusado sexualmente o ator James Bennett quando ele ainda era menor de idade não vão desqualificar o movimento de acordo com a atriz Alyssa Milano. Ela, que também exerce papel de liderança, não defendeu a atriz italiana e falou que os resultados da mobilização estão sendo positivos.

“Aqueles que foram abusados também podem ser abusadores”, disse Milano sobre Argento. “O fato de que as pessoas ainda estão se apresentando e ainda expondo as pessoas responsáveis ​​por suas ações, independente de ser homem ou mulher, para mim, é a prova de que o movimento ainda funciona e que progresso está sendo feito”, acrescentou.

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Depois que a história entre Asia Argento e James Bennett veio à tona, Ben Brafman, advogado de Harvey Weinstein, produtor que a italiana acusa de ter cometido abuso sexual anos atrás, disse que o movimento é “hipócrita”.

“Pode vir”, falou Alyssa Milano sobre as acusações de Brafman. “Não tenho nenhum medo sobre o movimento #MeToo. Eles podem chamar o movimento do jeito que quiserem. Para mim, a única coisa que ele faz é permitir que nós identifiquemos problemas para discuti-los”, defendeu a atriz.

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Milano ainda afirmou que Asia não é líder do movimento e que sua voz é como a de qualquer outra vítima.

“Eu nunca a conheci. Nunca falei com ela. Esse é um movimento onde homens e mulheres se posicionam contra abusos de poder e responsabilizam essas pessoas. Não é como se houvesse algum conselho consultivo. Acho que ela é uma voz que tornou pública a sua história, mas tem muitas outras histórias como da Asia”, concluiu.

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