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Sully: O Herói do Rio Hudson | Consultor aéreo processa produtores do filme com Tom Hanks

O consultor que ajudou o diretor Clint Eastwood a tornar as cenas áereas do vindouro Sully: O Herói do Rio Hudson mais realista está processando a Warner Bros. e os produtores do filme.

Segundo o Deadline, Scott Heger pede no processo, aberto na corte de Los Angeles, US$ 250 mil em salários atrasados. Ele alega que não chegou a ser pago pelas “centenas de horas” que trabalhou como coordenador aéreo no longa sobre o Capitão Chesley “Sully” Sullenberger (vivido por Tom Hanks).

O nome de Heger de fato aparece numa lista de funcionários da produção, esta por sinal apresentada na ação judicial, embora ele não tenha recebido créditos pelo trabalho na página do filme no IMDb.

Heger é piloto e também o CEO da Blair Adhesive Products, empresa que fornece materiais usados em efeitos visuais e outras peças especiais para a indústria do entretenimento há mais de 30 anos.

Apesar dos serviços prestados para a produção de Sully, talvez o erro de Scott Heger foi não ter assinado um acordo escrito para servir como consultor e coordenador áereos.

No processo, consta que o piloto “não foi convidado para assinar um contrato, os produtores apenas perguntaram para Scott desempenhar essas funções e verbalmente concordaram em pagar a Scott um valor razoável pelos serviços a serem prestados”.

Segundo a lei, acordos verbais podem ser tão vinculativos quanto contratos escritos, mas eles são muito mais difíceis de serem provados.

Baseado no livro de memória Highest Duty, Sully: O Herói do Rio Hudson reconta a história do Capitão Chesley “Sully” Sullenberger (Tom Hanks), piloto veterano responsável pela aterrissagem do Airways Flight 1549 no rio Hudson, em janeiro de 2009. Ele salvou todos a bordo do que seria um acidente fatal.

A cinebiografia tem estreia marcada para 1º de dezembro no Brasil.

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