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As melhores séries de TV de 2016

Depois de elegermos os melhores e piores filmes de 2016, as séries que marcaram o ano também não poderiam ficar de fora do nosso radar.

Confira a seguir as melhores séries de 2016 e por que elas merecem ser lugar ao sol:

10. Penny Dreadful (3ª temporada)

Final de Penny Dreadful
Final de Penny Dreadful

“O ‘final surpresa’ pode ter decepcionado alguns fãs, mas como obra e narrativa, Penny Dreadful encontrou seu absoluto melhor na terceira temporada. Com uma fotografia de tirar o fôlego e atuações arrasadoras como as de Eva Green, Billie Piper, Shazad Latif, Timothy Dalton e Rory Kinnear, a série encontrou seu nicho na reflexão sobre a forma como ser tocado pelo mal e pelas sombras talvez seja preferível a não ser tocado por nada. Uma desafiadora sentença em meio ao cenário televisivo que cada vez mais se volta para o maniqueísmo, Penny Dreadful é uma obra importante da nossa era, e seu fim merece ser marcado nessa lista.” Caio Coletti

9. Narcos (2ª temporada)

Wagner Moura como Pablo Escobar

“Mesmo com a gente já sabendo do final, a segunda temporada de Narcos estreou com episódios concisos, roteiro brilhante, assim como a atuação de Wagner Moura.” Amanda Avelino

8. Stranger Things (1ª temporada)

Stranger Things

“Sucesso de crítica, a série contou com a nostalgia para cair nas graças do público. Ambientado nos anos 80, Stranger Things é cheio de referências da cultura pop da época, sempre se ligando com a trama que é guiada por três núcleos principais procurando à sua maneira explicar o desaparecimento de um garoto. A série tem poucos episódios, induzindo o espectador a assisti-la em maratona.” Rodrigo Scharlack

7. House of Cards (4ª temporada)

House of Cards

“Após uma terceira temporada morna, House of Cards voltou com tudo em um ano que anunciou muitas mudanças para o futuro da série e um final de tirar o fôlego.” Vítor Guima

6. Black Mirror (3ª temporada)

Black Mirror

“A série deixou um pouco de lado sua fórmula em alguns episódios da terceira temporada, sendo um pouco menos perturbadora. Recém-adquirida pela Netflix, ficou a impressão de que a empresa parece ter optado por tentar acostumar o novo espectador com o clima da série, o que pode ser visto como uma perda de força para os fãs mais antigos. Mas mesmo esses ainda vão se satisfazer, já que a série não segue uma só trama e alguns episódios não devem nada para os antigos.” Rodrigo Scharlack

5. The Night Of (1ª temporada)

Cena de The Night Of

“Quando The Night Of começou, ninguém estava esperando que ela fosse a obra-prima que se mostrou. Em apenas oito episódios, a minissérie da HBO destrinchou o sistema judicial e presidiário dos EUA com astúcia e empatia, confiando na performance superlativa de Riz Ahmed e na consistência apresentada pelo restante do elenco, especialmente John Turturro, a série de Richard Price mostrou as falhas no sonho americano de diversidade com precisão. A história de um grupo de pessoas esmagado, processado e transformado para sempre pelos sistemas sociais que os envolvem nunca pareceu tão envolvente (ou deprimente) quanto aqui.” Caio Coletti

4. The Americans (4ª temporada)

The Americans

“Em seu quarto ano, o drama de espiões da FX provou que ainda havia espaço para crescer dentro de sua história e cenário. Lidando com as consequências da decisão de Paige (Holly Taylor, cada vez melhor) de contar ao seu pastor a verdadeira identidade dos pais, e fazendo perguntas profundas sobre amadurecimento, ativismo e paternidade, The Americans continuou sendo, ainda que quietamente, a série mais adulta, competente e importante no ar. Keri Russell, Matthew Rhys e Noah Emmerich entregam performances cada vez mais cheias de nuances, enquanto coadjuvantes como Alison Wright (Martha), Frank Langella (Gabriel) e Dylan Baker (William) criam na série um caleidoscópio de humanidade que ilumina os cantos mais escuros da vida adulta.” Caio Coletti

3. American Crime Story: The People Vs. OJ Simpson

The People v. O.J. Simpson

“A minissérie que acompanhou o julgamento do ex-jogador O.J. Simpson pelo assassinato de sua ex-mulher e outro homem tem alguns dos melhores roteiros da televisão do ano e atuações impressionantes de Sarah Paulson, Courtney B. Vance, Cuba Gooding Jr., Sterling K. Brown e David Schwimmer.” Vítor Guima

2. Game of Thrones (6ª temporada)

Game of Thrones

“Game of Thrones nunca viu com mais clareza sua própria história quanto na sexta temporada. Livres do fardo dos livros de George R.R. Martin e com um prazo final à vista apenas duas temporadas adiante, os roteiristas David Benioff e D.B. Weiss dirigiram sua narrativa com firmeza exemplar, desenrolando as histórias de alguns personagens e retomando as de outros para criar um mosaico fascinante que reflete sobre poder, opressão, crença e os efeitos do tempo sobre a experiência humana. Com uma Lena Headey gigantesca no papel de Cersei e um elenco uniformemente competente, a série da HBO segue como uma das produções de maior e mais merecido prestígio da TV.” Caio Coletti

1. Westworld (1ª temporada)

Dolores em Westworld

“Outra estreia surpreendente da HBO, Westworld chegou com um elenco fora de série (Anthony Hopkins, Jeffrey Wright, Evan Rachel Wood e Thandie Newton, particularmente, mostraram sua força), mas acima de tudo uma preocupação aguda com a forma de contar sua história e o que ela queria dizer. Ao invés de seguir o caminho simples das estratégias de choque, Jonathan Nolan, Lisa Joy e companhia preferiram se conter em episódios densos e lentos que trazia reflexões pesadas sobre a natureza repetitiva da vida em sociedade e a forma como ela ‘abafa’ as emoções e anseios de um para o proveito de outros.” Caio Coletti

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