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Corra deles: Os PIORES filmes da Netflix em 2020

2020 está chegando ao fim, e já está na hora de lembrarmos dos melhores (e piores!) eventos deste ano tão incomum. Os doze meses de 2020 foram marcados obviamente pela pandemia do coronavírus, mas também por inúmeros lançamentos em plataformas como a Netflix.

Neste ano em especial, o serviço de streaming investiu cada vez mais no lançamento de conteúdos diferenciados, voltados às partes mais diversas do público.

Infelizmente, nem todos os projetos podem alcançar o sucesso desejado! Em várias ocasiões, a Netflix errou feio e lançou filmes simplesmente terríveis.

De bombas odiadas por público e crítica a projetos aguardados – e decepcionantes – confira abaixo os piores filmes da Netflix em 2020!

Era Uma Vez um Sonho

Nem mesmo um elenco repleto de estrelas foi capaz de salvar Era Uma Vez Um Sonho da fúria dos críticos! A produção da Netflix já é vista como uma das maiores pisadas na bola da história da plataforma.

Mesmo com atuações competentes (e até certo ponto caricatas) de Amy Adams e Glenn Close, o longa de Ron Howard é uma verdadeira festa de estereótipos sobre os “caipiras” americanos. O filme é exagerado ao ponto de fazer rir em cenas tristes e transformar os personagens do livro de JD Vance em “cartuns”.

Para um filme produzido com a explícita intenção de concorrer ao Oscar, Era Uma Vez um Sonho se estabeleceu como a decepção do ano.

365 DNI

365 DNI foi um verdadeiro fenômeno na Netflix em 2020. O filme polonês figurou por meses entre os mais assistidos da plataforma, mesmo sendo detonado com unanimidade pela crítica especializada.

Será que a maioria dos espectadores de 365 DNI viu o filme simplesmente por curiosidade mórbida? Ou a história de um mafioso forçando uma jovem a “se apaixonar” realmente conquistou o público moderno?

O que se sabe é que 365 DNI tem até hoje a impressionante marca de 0% de aprovação no Rotten Tomatoes – isso sem entrar no debate sobre a glamourização do abuso sexual.

O Limite da Traição

Lançado em janeiro, O Limite da Traição foi um dos primeiros fracassos da Netflix em 2020. Ninguém esperava uma trama bem construída em um filme produzido por Tyler Perry (conhecido pela franquia comédia-pastelão Madea), mas O Limite da Traição frustou até mesmo as (baixas) expectativas do público.

Se você não assistiu O Limite da Traição, não perca seu tempo! O filme acompanha a história de uma promotora que fica obcecada com um assassinato em uma pequena cidade da Vírginia, sacrificando em totalidade seu profissionalismo para obter respostas.

Com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes e um dos processos judiciais mais bizarros da história do cinema, O Limite da Traição é uma história que ultrapassa os limites do absurdo.

A Missy Errada

Embora seja protagonizado pela talentosa comediante Lauren Lapkus, especialmente competente em papéis excêntricos, A Missy Errada foi considerado um dos piores filmes da Netflix em 2020.

A comédia romântica traz David Spade como executivo que leva sem querer a acompanhante errada para um retiro profissional no Havaí – e percebe que tem de abandonar a zona de conforto para encontrar a felicidade.

O longa foi criticado principalmente por seu roteiro sem sentido, piadas extremamente sem graça e uma enorme quantidade de clichês, típicos da filmografia de Adam Sandler.

The Last Days of American Crime

Não foi só 365 DNI que atingiu a chocante marca de 0% de aprovação no Rotten Tomatoes! Entre os projetos da Netflix, a “honra” ficou também com The Last Days of American Crime, filme de ação protagonizado por Édgar Ramirez.

Baseado em uma HQ de mesmo nome, o filme foi considerado “intragável” tanto pela crítica especializada quanto pelos fãs do gênero, falhando até mesmo em gerar o mínimo de audiência na plataforma.

A trama do filme é extremamente simplista: um grupo de criminosos se reúne para um último grande assalto antes de o governo americano desenvolver uma tecnologia para “acabar com os crimes”. Das atuações ao tom do longa, passando por sua trilha sonora e mensagem, todos os aspectos de The Last Days of American Crime falham miseravelmente.

A Última Coisa Que Ele Queria

Assim como Era Uma Vez um Sonho, A Última Coisa Que Ele Queria também foi uma grande decepção. Críticos e fãs que esperavam grandes coisas do projeto de Anne Hathaway e Dee Rees acabaram ficando com um gosto amargo na boca.

Com uma trama complicada, o filme é ambientado na época do Irã-Contra, escândalo que revelou que o governo americano facilitava o tráfico de armas para o país do Oriente Médio.

Anne Hathaway vive uma jornalista que se vê no lado errado da controvérsia ao aceitar um trabalho do pai moribundo.

A Última Coisa Que Ele Queria conseguiu apenas 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e foi detonado por seu ritmo extremamente lento e o desperdício do talento de estrelas como Hathaway, Willem Dafoe e Ben Affleck.

Coffee & Kareem

Embora tenha conquistando fãs de comédias mais simples e humor pastelão, Coffee & Kareem foi uma grande decepção para a crítica especializada, conseguindo apenas 20% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O longa é produzido e protagonizado por Ed Helms, conhecido por interpretar o Andy de The Office e participar da franquia Se Beber Não Case.

A trama de Coffee & Kareem foca em um garoto que tenta de tudo para acabar com o novo namorado da mãe, um policial chamado Coffee.

“Ed Helms parece ter esquecido tudo que aprendeu em The Office nesse fiasco monumental”, escreveu a revista Rolling Stone sobre o longa.

Encontro Fatal

O único ponto alto em Encontro Fatal é a química inegável entre as estrelas Nia Long e Omar Epps. Embora os atores sejam convincentes como um casal, o roteiro do filme não os deixa brilhar.

Encontro Fatal conta com uma trama extremamente simples. Uma mulher casada vive um relacionamento extraconjugal com um antigo namorado – e com o tempo começa a perceber que o novo parceiro é perigoso e imprevisível.

O filme foi aprovado por apenas 16% dos críticos do Rotten Tomatoes. A maioria concordou que Encontro Fatal é apenas uma reciclagem mal feita de thrillers como Atração Fatal e Proposta Indecente.

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