Críticas

Crítica | Terremoto: A Falha de San Andreas

Correr contra o tempo no mais alto pico de adrenalina, enquanto tenta escapar de prédios e pontes despencando do alto, explodindo e destruindo tudo ao redor. Já até deu um nó na garganta.

O Terremoto: A Falha de San Andreas junta tudo que os cinéfilos gostam de ver em um filme de catástrofe: explosões, resgates de última hora, ondas engolindo cidades, e um herói em risco tentando a todo custo salvar as pessoas que ama.

Ray (Dwayne Johnson, de “viagem ao centro da terra” e “Velozes e Furiosos”) trabalha na equipe de resgate dos bombeiros e é o melhor no que faz, mas sua vida pessoal não é tão exemplar assim. Ainda no processo do divórcio, Ray tenta lidar o melhor possível com situação, disponibilizando todo o seu tempo livre para a sua filha Blake (Alexandra Daddario, de “White Collar” e “Percy Jackson”).

Em uma viagem em família, Blake e seu padrasto Daniel Riddick (Ioan Gruffudd de “Quarteto Fantástico” e “Forever”) um riquíssimo dono de uma construtora tem uma reunião marcada e combinam de encontrar Ray e sua ex-esposa Emma (Carla Gugino de “Os pinguins do papai” e “O homem de aço”) no caminho.
Mas esse encontro nunca irá acontecer como imaginaram.
Abalos sísmicos graduais começam a acontecer, e sem que os cientistas pudessem prever ou mesmo fazer serem ouvidos, eles se tornam desesperadores terremotos que destroem prédios, ruas e casas.

Ray agora tem que correr contra o tempo e contra cada tremor de terra se quiser salvar sua família a tempo.

Já considerado um dos melhores filmes de desastres naturais, quem gosta não pode deixar de ver a Terra mudando sua face, deixando um caminho de destruição como protesto.

Com uma produção incrível de efeitos especiais fantásticos e com fotografia e trilha sonora que acompanham toda a experiência, Brad Peyton tem um histórico de filmes com muitos efeitos especiais e não deixa a desejar.

Uma importante experiência desse filme, é assistir em 4D ou em Imax3D. Com muitos tremores, ventos, eletricidades estática e oceanos em fúria, experimentar todas as sensações e literalmente se sentir em um terremoto dentro da sala de cinema.

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