Miley Cyrus, em uma entrevista com a Variety criticou a série da DC/CW, Supergirl. Em resposta aos seus comentários, o produtor executivo Andrew Kreisberg fez uma declaração em prol da série.

“É baseado em uma propriedade pré-existente que é chamada de Supergirl, portanto, nunca teve qualquer intenção de chamá-la de forma diferente”, disse Kreisberg. “Eu acho que nós trabalhamos duro, especialmente no início da primeira temporada para resolver a discrepância. Na verdade, tivemos uma cena sobre Kara se lamentando: ‘Por que não sou chamada de Superwoman?’. E então Cat explicou como a palavra menina em si não é ofensiva.”

“Continuamos a ter orgulho desse show, continuamos a ter orgulho de Melissa e a personagem e heroína que ela representa”, continua.


Kreisberg passou a dizer que Kara Danvers é uma heroína como todos os outros da CW e como isso faz da Supergirl uma figura feminina forte:

“Para nós, o ponto feminista mais forte sobre este show é a Kara, e apenas como a personagem enfrenta os desafios e como ela os supera, fisicamente e emocionalmente. Isso, para mim, é o maior avanço de uma mulher poderosa na televisão”, afirma.

Confira nosso review da estreia

Supergirl terá inveja da popularidade do Superman na série
Vídeo do set mostra luta de Superman com Metallo

Em seu retorno à TV americana, Supergirl está em uma nova emissora – da CBS, passará a ser exibida pela The CW, casa de outras séries de super-heróis, como Arrow, The Flash e Legends of Tomorrow. As quatro séries farão um grande crossover, que já tem até vilão definido.

Supergirl retornou dia 10 de outubro nos EUA. No Brasil é série é exibida pelo canal pago Warner.